31/10/2017
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) realizou, hoje (31), a primeira Oficina Gerco - Construindo Estratégias para o Gerenciamento Costeiro na Bahia (Gerco-BA) para representantes de poderes públicos, sociedade civil, pescadores e marisqueiros, empreendedores, além de representantes de universidades, todos envolvidos com as zonas costeiras da Bahia. A oficina aconteceu na Biblioteca e Memorial do Meio Ambiente Milton Santos, nos Barris.
De acordo com o Superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Aderbal de Castro, o objetivo das oficinas é mobilizar as regiões das zonas costeiras e litorâneas da Bahia para que os atores sociais, principalmente dos municípios, possam dialogar sobre políticas públicas e fortalecer a elaboração dos Planos Municipais do Gerenciamento Costeiro da Bahia. "É importante a discussão desse tema, principalmente, pelo cenário vivido pelas regiões costeiras do estado, por conta dos avanços do mar. O mais interessante é enxergar os atores sociais desse contexto nas oficinas. Essa discussão não é apenas dos governos estadual e municipais, mas, principalmente, para as pessoas que moram nesses locais. Elas precisam participar desse processo de gestão pois são as mais afetadas", finalizou.
O Superintendente substituto da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) na Bahia, Abelardo de Jesus Filho, também esteve presente no encontro. De acordo com ele, "A SPU é o orgão federal que administra todas as faixas litorâneas do estado. Então, participar desses fóruns traz mais informações e conhecimentos para gerenciar todas essas responsabilidades".
Para o representante do Instituto Rede Mar, Willian Freitas, que também participou da oficina, é de extrema importância a discussão dessa temática no Estado. "A Bahia tem enfrentado grandes problemas por conta do avanço do mar em algumas praias costeiras. Precisamos falar e estabelecer políticas públicas que venham dar suporte nesse momento complicado".
As discussões e a metodologia da oficina foram conduzidas pelo coordenador do Gerco, Rosalvo Junior, e pela Diretora de Educação Ambiental da Secretaria, Zanna Matos. Uma das atividades realizadas pelos participantes foi o levantamento de diagnósticos para a elaboração do Plano de Gerenciamento Costeiro Municipal. O Plano é uma ferramenta de planejamento orientada pela Política Nacional de Gerenciamento Costeiro (Lei nº 7.661/88) para garantir o livre acesso às praias e a conservação e preservação dos ecossistemas costeiros. De acordo com Zanna, "as atividades promovidas aqui fazem parte de um conjunto de atividades que serão cumpridas pelos participantes, além das realizadas na oficina, para elaborar o Plano de Gerenciamento de cada município".
A marisqueira e professora artesã de Ilha de Maré, Rosana Leite, foi mais uma participante da oficina de hoje. "Eu absorvi muita coisa nas discussões que tivemos. O meu objetivo é que eu possa levar conhecimento e contribuir para a gestão costeira da minha região", disse.
A ideia é criar um observatório que será representado por todas as instituições que estejam presentes nas oficinas, além de um núcleo operativo dentro da Superintendência de Políticas e Planejamento Ambientais integrado pelas diretorias de Política e Planejamento e de Educação Ambiental. As representações e os municípios coletarão dados e diagnósticos, além de receber capacitações e orientações para a elaboração do Plano.
A próxima Oficina Gerco - Construindo Estratégias para o Gerenciamento Costeiro na Bahia (Gerco-BA) acontece, no dia 28 de novembro, no Litoral Norte, abrangendo os municípios de Jandaíra, Conde, Esplanada, Entre Rios, Cardeal da Silva, Itanagra, Catu, Araçás, Pojuca, Mata de São João, Camaçari, Dias D'ávila e Lauro de Freitas.
De acordo com o Superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Aderbal de Castro, o objetivo das oficinas é mobilizar as regiões das zonas costeiras e litorâneas da Bahia para que os atores sociais, principalmente dos municípios, possam dialogar sobre políticas públicas e fortalecer a elaboração dos Planos Municipais do Gerenciamento Costeiro da Bahia. "É importante a discussão desse tema, principalmente, pelo cenário vivido pelas regiões costeiras do estado, por conta dos avanços do mar. O mais interessante é enxergar os atores sociais desse contexto nas oficinas. Essa discussão não é apenas dos governos estadual e municipais, mas, principalmente, para as pessoas que moram nesses locais. Elas precisam participar desse processo de gestão pois são as mais afetadas", finalizou.
O Superintendente substituto da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) na Bahia, Abelardo de Jesus Filho, também esteve presente no encontro. De acordo com ele, "A SPU é o orgão federal que administra todas as faixas litorâneas do estado. Então, participar desses fóruns traz mais informações e conhecimentos para gerenciar todas essas responsabilidades".
Para o representante do Instituto Rede Mar, Willian Freitas, que também participou da oficina, é de extrema importância a discussão dessa temática no Estado. "A Bahia tem enfrentado grandes problemas por conta do avanço do mar em algumas praias costeiras. Precisamos falar e estabelecer políticas públicas que venham dar suporte nesse momento complicado".
As discussões e a metodologia da oficina foram conduzidas pelo coordenador do Gerco, Rosalvo Junior, e pela Diretora de Educação Ambiental da Secretaria, Zanna Matos. Uma das atividades realizadas pelos participantes foi o levantamento de diagnósticos para a elaboração do Plano de Gerenciamento Costeiro Municipal. O Plano é uma ferramenta de planejamento orientada pela Política Nacional de Gerenciamento Costeiro (Lei nº 7.661/88) para garantir o livre acesso às praias e a conservação e preservação dos ecossistemas costeiros. De acordo com Zanna, "as atividades promovidas aqui fazem parte de um conjunto de atividades que serão cumpridas pelos participantes, além das realizadas na oficina, para elaborar o Plano de Gerenciamento de cada município".
A marisqueira e professora artesã de Ilha de Maré, Rosana Leite, foi mais uma participante da oficina de hoje. "Eu absorvi muita coisa nas discussões que tivemos. O meu objetivo é que eu possa levar conhecimento e contribuir para a gestão costeira da minha região", disse.
A ideia é criar um observatório que será representado por todas as instituições que estejam presentes nas oficinas, além de um núcleo operativo dentro da Superintendência de Políticas e Planejamento Ambientais integrado pelas diretorias de Política e Planejamento e de Educação Ambiental. As representações e os municípios coletarão dados e diagnósticos, além de receber capacitações e orientações para a elaboração do Plano.
A próxima Oficina Gerco - Construindo Estratégias para o Gerenciamento Costeiro na Bahia (Gerco-BA) acontece, no dia 28 de novembro, no Litoral Norte, abrangendo os municípios de Jandaíra, Conde, Esplanada, Entre Rios, Cardeal da Silva, Itanagra, Catu, Araçás, Pojuca, Mata de São João, Camaçari, Dias D'ávila e Lauro de Freitas.