14/04/2016
Representantes dos governos federal, da Bahia e de outros estados da região Nordeste participaram, nestas quarta e quinta-feira (13 e 14), da primeira reunião de acompanhamento e execução do Programa Água Doce (PAD), realizada no Hotel Sol Barra, em Salvador. Segundo o titular da Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema), Eugênio Spengler, com um investimento de mais R$ 60 milhões, o programa pretende levar água potável a 150 mil pessoas, na Bahia, beneficiando 385 comunidades este ano.
“Só no ano passado, quase 40 mil [pessoas] foram beneficiadas [no estado]. Este projeto consiste em instalar e reformar sistemas para retirar o sal da água captada em poços de comunidades rurais do semiárido, tornando a água própria ao consumo humano”, disse Spengler. Participaram da reunião a secretária de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (SRHU/MMA), Cassandra Maroni Nunes; o coordenador nacional do Programa Água Doce, Renato Saraiva Ferreira; e a chefe de gabinete da Sema, Cibele Carvalho.
“Só no ano passado, quase 40 mil [pessoas] foram beneficiadas [no estado]. Este projeto consiste em instalar e reformar sistemas para retirar o sal da água captada em poços de comunidades rurais do semiárido, tornando a água própria ao consumo humano”, disse Spengler. Participaram da reunião a secretária de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (SRHU/MMA), Cassandra Maroni Nunes; o coordenador nacional do Programa Água Doce, Renato Saraiva Ferreira; e a chefe de gabinete da Sema, Cibele Carvalho.
“Estamos no caminho certo, na expectativa de trazer sempre água de qualidade para o nosso povo, queremos que o programa avance ainda mais, e a parte mais importante do processo é continuar fazendo e acima de tudo monitorar trazendo ainda mais benefícios para quem precisa, afinal água é vida”, destacou, Cibele Carvalho.
Também compareceram secretários de outros estados do Nordeste, técnicos dos governos estadual e federal, e de Núcleos Estaduais do PAD, entre outros convidados. Nesta sexta (15), acontece visita a Riachão do Jacuípe, na região nordeste da Bahia, onde eles vão conhecer uma comunidade beneficiada pelo PAD durante a entrega do sistema de dessalinização implantado no município.
“A realização deste evento mostra o [quanto] todos estão empenhados e compromissados em levar saúde e qualidade de vida para estas comunidades, nacionalmente”, disse Cassandra Maroni. De acordo com ela, o programa prevê o investimento em todo o semiárido, mas o planejamento se torna ainda maior “quando buscamos e fortalecemos parcerias a fim de beneficiar o maior número de pessoas”.
Troca de experiências
Na troca de experiências nos dois dias, os convidados puderam analisar o que vem sendo desenvolvido em outros estados, como Ceará e Rio Grande do Norte. O Programa Água Doce atua nos nove estados do nordeste - Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe -, além de Minas Gerais e Espírito Santo, no sudeste.
O coordenador nacional do PAD, Renato Saraiva, explica que o programa é estruturado em seis componentes contemplando as vertentes de gestão, pesquisa, sistemas de dessalinização, sustentabilidade ambiental, mobilização social e sistemas de produção. Já o coordenador estadual do programa na Bahia e diretor de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Ruben Zaldivar Armua, informou que na fase de diagnóstico foram identificadas 41 cidades em estado mais crítico, as primeiras beneficiadas.
Também compareceram secretários de outros estados do Nordeste, técnicos dos governos estadual e federal, e de Núcleos Estaduais do PAD, entre outros convidados. Nesta sexta (15), acontece visita a Riachão do Jacuípe, na região nordeste da Bahia, onde eles vão conhecer uma comunidade beneficiada pelo PAD durante a entrega do sistema de dessalinização implantado no município.
“A realização deste evento mostra o [quanto] todos estão empenhados e compromissados em levar saúde e qualidade de vida para estas comunidades, nacionalmente”, disse Cassandra Maroni. De acordo com ela, o programa prevê o investimento em todo o semiárido, mas o planejamento se torna ainda maior “quando buscamos e fortalecemos parcerias a fim de beneficiar o maior número de pessoas”.
Troca de experiências
Na troca de experiências nos dois dias, os convidados puderam analisar o que vem sendo desenvolvido em outros estados, como Ceará e Rio Grande do Norte. O Programa Água Doce atua nos nove estados do nordeste - Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe -, além de Minas Gerais e Espírito Santo, no sudeste.
O coordenador nacional do PAD, Renato Saraiva, explica que o programa é estruturado em seis componentes contemplando as vertentes de gestão, pesquisa, sistemas de dessalinização, sustentabilidade ambiental, mobilização social e sistemas de produção. Já o coordenador estadual do programa na Bahia e diretor de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Ruben Zaldivar Armua, informou que na fase de diagnóstico foram identificadas 41 cidades em estado mais crítico, as primeiras beneficiadas.