14/12/2016
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) realizou, nos dias (13 e 14/12), na sala Ipê do órgão, uma reunião técnica para elaboração da Lista Estadual de Espécies Ameaçadas de Extinção da Flora com especialistas da área. O ponto principal do encontro foi à discussão de aplicação dos critérios para a avaliação das espécies que ocorrem no território baiano, que são os mesmos utilizados pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), organização que elabora a lista global de espécies ameaçadas.
A equipe de pesquisadores que integram a coordenação da lista estadual envolve especialistas nos diversos grupos da flora das universidades baianas – UESC, UFBA, UESB e UEFS, além do acompanhamento de técnicos da Sema e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O processo de avaliação e as reuniões prevêem etapas de consultas amplas a todos os pesquisadores que estudam a biodiversidade baiana.
Segundo o coordenador do projeto de espécies ameaçadas e professor da universidade estadual do sul da Bahia, Jomar Jardim, os critérios adotados nestas reuniões são recomendadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e é uma forma de dar continuidade há um bom trabalho que já vem sendo realizado no Estado. “Além de estarem consolidados em nível nacional e global, permitem a comparação dos resultados com outros estados e países, bem como uma avaliação ao longo dos anos por isso a importância de se trabalhar com especialistas experientes nestas áreas”, explica.
Para a coordenadora do projeto da Superintendência de Estudos e Pesquisas Ambientais da Sema, Cristiana Vieira, todo este trabalho faz parte das políticas públicas ambientais do órgão. Que visa fazer a produção de dados geográficos no que tange as espécies ameaçadas, e com isso auxiliar na criação da lista.
A equipe de pesquisadores que integram a coordenação da lista estadual envolve especialistas nos diversos grupos da flora das universidades baianas – UESC, UFBA, UESB e UEFS, além do acompanhamento de técnicos da Sema e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O processo de avaliação e as reuniões prevêem etapas de consultas amplas a todos os pesquisadores que estudam a biodiversidade baiana.
Segundo o coordenador do projeto de espécies ameaçadas e professor da universidade estadual do sul da Bahia, Jomar Jardim, os critérios adotados nestas reuniões são recomendadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e é uma forma de dar continuidade há um bom trabalho que já vem sendo realizado no Estado. “Além de estarem consolidados em nível nacional e global, permitem a comparação dos resultados com outros estados e países, bem como uma avaliação ao longo dos anos por isso a importância de se trabalhar com especialistas experientes nestas áreas”, explica.
Para a coordenadora do projeto da Superintendência de Estudos e Pesquisas Ambientais da Sema, Cristiana Vieira, todo este trabalho faz parte das políticas públicas ambientais do órgão. Que visa fazer a produção de dados geográficos no que tange as espécies ameaçadas, e com isso auxiliar na criação da lista.