30/05/2018
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) finalizou, nos municípios de Correntina e Jaborandi, no oeste da Bahia, o Ciclo de Oficinas de Planejamento e Gestão de Viveiros, do Programa Cerrado. O treinamento, que aconteceu entre os dias 23 e 30 de maio, culminou na construção de viveiros, com o objetivo de recuperação e conservação ambiental, bem como a geração de renda para as comunidades com a vendas dos produtos nas feiras locais. Outra ação no oeste, foi o lançamento, em Correntina, do vídeo documentário do Programa Cerrado e do vídeo Saberes e Práticas: Tecendo Experiências Socioambientais no Cerrado Baiano, que apresenta algumas das 61 experiências mapeadas em oito municípios beneficiados pelo Programa.
O secretário estadual da Sema, Geraldo Reis, visitou, no último dia 24, na comunidade de Brejo Verde, o local onde foi realizada a oficina e a construção de um viveiro na comunidade, e destacou a importância dessas ações para os agricultores familiares da região. “A criação de viveiros é uma ferramenta muito útil na capacitação e na integração das famílias. Além de possibilitar aos agricultores familiares capacitação na área de planejamento, construção e gerenciamento de viveiros comunitários, essa atividade de vivência e troca de experiências do Projeto Cerrado ensina um modelo de agricultura sustentável, e também resgata a dignidade e o protagonismo social da comunidade”, comentou.
De acordo com o especialista em meio ambiente da Sema, Vitor Matos, a relação de confiança entre os técnicos da secretaria, prefeituras e as comunidades que participaram das oficinas foi um dos pontos importantes para o êxito dessas atividades. “Para envolver a comunidade tivemos um processo de muita conversa, um diálogo bem costurado para que eles se identificassem com o Projeto. Fizemos reuniões também com lideranças de movimentos, representantes das prefeituras, dos sindicatos de agricultores, para eles apontarem as comunidades com potencial para participar dessa ação”, disse. Em momento posterior, mais um viveiro será implantado em Correntina, na comunidade de Salto, e oito no município de Cocos.
“A construção do viveiro comunitário é muito importante, porque podemos realizar um desejo que a gente sempre sonhava, mas não tinha recurso financeiro ou incentivo para realizar. Chegando um incentivo para a gente, trabalhamos com interesse, adquirimos experiência, com conhecimentos de novas tecnologias, para que possamos expandir com os nossos sonhos”, destacou o agricultor Juscelino Brito. As oficinas de viveirismo apresentou um diagnóstico da realidade ambiental local, onde foram marcados as áreas de proteção permanente e reservas legais, explicação sobre o código florestal e o trabalho prático com o cercamentos do espaço, a oficina de colheita de sementes frutíferas e medicinais, e, por fim, a construção dos viveiros.
O Programa Cerrado Bahia é fruto de uma parceria entre o Governo Brasileiro e o Reino Unido, sendo o Estado da Bahia beneficiário do Acordo de Doação firmado entre Banco Mundial (BIRD) e a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), com aporte de recursos doados pelo Department for Environment, Foodand Rural Affairs (DEFRA), órgão do Reino Unido. A Sema é responsável pela coordenação geral do projeto, cuja execução ocorre em parceria com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), sob a supervisão do Ministério do Meio Ambiente.
O secretário estadual da Sema, Geraldo Reis, visitou, no último dia 24, na comunidade de Brejo Verde, o local onde foi realizada a oficina e a construção de um viveiro na comunidade, e destacou a importância dessas ações para os agricultores familiares da região. “A criação de viveiros é uma ferramenta muito útil na capacitação e na integração das famílias. Além de possibilitar aos agricultores familiares capacitação na área de planejamento, construção e gerenciamento de viveiros comunitários, essa atividade de vivência e troca de experiências do Projeto Cerrado ensina um modelo de agricultura sustentável, e também resgata a dignidade e o protagonismo social da comunidade”, comentou.
De acordo com o especialista em meio ambiente da Sema, Vitor Matos, a relação de confiança entre os técnicos da secretaria, prefeituras e as comunidades que participaram das oficinas foi um dos pontos importantes para o êxito dessas atividades. “Para envolver a comunidade tivemos um processo de muita conversa, um diálogo bem costurado para que eles se identificassem com o Projeto. Fizemos reuniões também com lideranças de movimentos, representantes das prefeituras, dos sindicatos de agricultores, para eles apontarem as comunidades com potencial para participar dessa ação”, disse. Em momento posterior, mais um viveiro será implantado em Correntina, na comunidade de Salto, e oito no município de Cocos.
“A construção do viveiro comunitário é muito importante, porque podemos realizar um desejo que a gente sempre sonhava, mas não tinha recurso financeiro ou incentivo para realizar. Chegando um incentivo para a gente, trabalhamos com interesse, adquirimos experiência, com conhecimentos de novas tecnologias, para que possamos expandir com os nossos sonhos”, destacou o agricultor Juscelino Brito. As oficinas de viveirismo apresentou um diagnóstico da realidade ambiental local, onde foram marcados as áreas de proteção permanente e reservas legais, explicação sobre o código florestal e o trabalho prático com o cercamentos do espaço, a oficina de colheita de sementes frutíferas e medicinais, e, por fim, a construção dos viveiros.
O Programa Cerrado Bahia é fruto de uma parceria entre o Governo Brasileiro e o Reino Unido, sendo o Estado da Bahia beneficiário do Acordo de Doação firmado entre Banco Mundial (BIRD) e a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), com aporte de recursos doados pelo Department for Environment, Foodand Rural Affairs (DEFRA), órgão do Reino Unido. A Sema é responsável pela coordenação geral do projeto, cuja execução ocorre em parceria com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), sob a supervisão do Ministério do Meio Ambiente.