02/12/2015
Técnicos da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), dos setores de Políticas e Biodiversidade de Florestas, Superintendência Estudos e Pesquisas Ambientais e da Diretora de Educação Ambiental, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), além de especialistas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Banco Mundial e representantes da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), se reuniram nos dias 01 e 02/12 na sede da Secretaria, com o objetivo de receber a última missão do Banco Mundial para alinhar e verificar algumas atividades que já foram desenvolvidas pelo Projeto Cerrado neste ano e discutir novas ações para 2016.
Este ano, o programa ofereceu oficinas de elaboração do Plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD), metodologias participativas com ênfase a prevenção de incêndios florestais, seminários de agricultura familiar e técnicas alternativas ao uso do fogo, além de entregar equipamentos de proteção e capacitar brigadistas voluntários e formar peritos na área de investigação de causas de incêndios, além de realizar centenas de cadastros do Cefir, a expectativa para 2017 é que quase 7.000 mil propriedades sejam cadastradas.
O Projeto Cerrado que começou a ser desenvolvido no ano passado na Bahia no oeste do Estado, é um programa que visa capacitar proprietários e técnicos locais em restauração florestal; fortalecer a capacidade de prevenção e combate a incêndios florestais, tendo como alvo a Região Oeste do Estado da Bahia.
Para o diretor de Políticas e Biodiversidade de Florestas, Murilo Figueredo, o apoio com o Banco Mundial e a integração da entidade com os outros parceiros é importante para o projeto siga com êxito. “Precisamos continuar nos empenhando e fortalecer nossas parcerias, nosso desafio é sempre fazer e acontecer para a melhor entrega dos resultados, vai ser a partir deste projeto que vamos multiplicar e fazer o diferencial em nosso Estado”.
Já para a especialista Ambiental do Departamento de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Bernadete Lange, esta última missão foi importante para prestar contas, preparar os relatórios e criar novas metas para o próximo ano.
“Para 2016, a expectativa do programa além de continuar apoiando as ações dos Governos Federal e Estadual, é fazer com que os doadores façam uma visita ir a campo e conheçam de perto a prática dos projetos já desenvolvidos, uma oportunidade de colaborar com as políticas de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aqui da Bahia”, pontuou a especialista.
Fonte: Ascom/Sema