14/07/2015
Técnicos da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), dos setores de Políticas e Biodiversidade de Florestas, Superintendência Estudos e Pesquisas Ambientais e da Diretoria de Cidadania Ambiental, e também do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), se reuniram no dia (10/03) na sede da Secretaria, com o objetivo de verificar a programação de cursos e ações do Projeto Cerrado para 2015, participaram também do encontro representantes da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem).
O Projeto Cerrado é um programa que visa capacitar proprietários e técnicos locais em restauração florestal; fortalecer a capacidade de prevenção e combate a incêndios florestais, tendo como alvo a Região Oeste do Estado da Bahia. O programa também visa promover a adequação de produtores rurais à legislação florestal por meio de apoio a mecanismos de cadastramento ambiental de imóveis rurais (CEFIR); e recuperação de passivos ambientais.
O valor do investimento do projeto é de U$4,4 milhões, acordo de doação firmado entre o Banco Mundial e a FLEM, com o aporte de recursos provenientes do Fundo Fiduciário de Mitigação das Mudanças Climáticas no Cerrado Brasileiro, constituído pelo Department for Environment, Food and Rural Affirs (DEFRA), órgão do Governo do Reino Unido.
Previstos para o ano de 2015, são oficinas de elaboração do Plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD), metodologias participativas com ênfase a prevenção de incêndios florestais, seminários de agricultura familiar e técnicas alternativas ao uso do fogo, a intenção também é capacitar uma média de sessenta brigadistas voluntários e formar quarenta peritos na área de investigação de causas de incêndios nesta primeira fase do projeto até junho.
“O projeto tem uma característica ímpar e com pretensões que visa restaurar áreas degradadas do Cerrado, local de grandes incêndios e devastação acelerada, então é preciso capacitar, monitorar as atividades desenvolvidas a fim de reverter este quadro”, pontuou o diretor de Políticas e Biodiversidades de Florestas da Sema, Murilo Figueiredo.
Discutir essas diretrizes se faz necessário, pois é uma série de iniciativas voltadas para uma região que necessita do nosso apoio, precisamos estar alinhados com todas as orientações para que tudo saia como planejado, destacou Marcos Almeida, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental da Sema.
Fonte: Ascom/Sema