23/02/2018
Em agenda de trabalho na cidade de Ilhéus, na quinta-feira (22), o secretário estadual do Meio Ambiente (Sema), Geraldo Reis, conheceu o trabalho desenvolvido pelo instituto Biofábrica de Cacau, organização social vinculada ao Governo do Estado da Bahia. Na companhia do diretor-geral do Instituto, Lanns Almeida, o gestor da Sema percorreu as instalações do parque fabril da organização, localizado no povoado de Banco do Pedro, e teve a oportunidade de entender o modo de produção das mudas de essências florestais e cacaueiros, com capacidade de até 12 milhões de mudas ano.
De acordo com o o titular da pasta, é impressionante a capacidade técnico-científica da BioFábrica, que possui a maior área de viveiro em campo aberto do Brasil. “Espero que a visita seja o início para futuras parcerias entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e a BioFábrica em prol da restauração florestal no estado da Bahia”, comentou. Atualmente, a BioFábrica, dentre outros projetos, executa o projeto Dia de Campo, que consiste em promover programações diversificadas para agricultores familiares de diversas cidades, com entrega de mudas em convênio com o Governo da Bahia e oficinas voltadas para a cultura agronômica local.
Primeira unidade no mundo destinada à produção contínua, em escala industrial, de genótipos (clones) de cacaueiros selecionados, resistentes a enfermidades e de alta produtividade, a Biofábrica é responsável pela multiplicação de clones resistentes à doença conhecida como vassoura-de-bruxa. De acordo com o diretor técnico, Maurício Galvão, o Instituto possui a maior área de viveiro em campo aberto do mundo. No local, está instalado um dos mais modernos laboratórios de micropropagação. São 40 mil metros com capacidade de armazenar 4,8 milhões de plantas.
“Aqui se produz, multiplicasse e distribui aos produtores material genético de cacaueiros, em escala industrial, de alto valor agronômico, tolerante a vassoura-de-bruxa e de alta produtividade, bem como mudas selecionadas de fruteiras tropicais e essências florestais, compatíveis com o ecossistema da Mata Atlântica, explica Maurício Galvão.
De acordo com o o titular da pasta, é impressionante a capacidade técnico-científica da BioFábrica, que possui a maior área de viveiro em campo aberto do Brasil. “Espero que a visita seja o início para futuras parcerias entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e a BioFábrica em prol da restauração florestal no estado da Bahia”, comentou. Atualmente, a BioFábrica, dentre outros projetos, executa o projeto Dia de Campo, que consiste em promover programações diversificadas para agricultores familiares de diversas cidades, com entrega de mudas em convênio com o Governo da Bahia e oficinas voltadas para a cultura agronômica local.
Primeira unidade no mundo destinada à produção contínua, em escala industrial, de genótipos (clones) de cacaueiros selecionados, resistentes a enfermidades e de alta produtividade, a Biofábrica é responsável pela multiplicação de clones resistentes à doença conhecida como vassoura-de-bruxa. De acordo com o diretor técnico, Maurício Galvão, o Instituto possui a maior área de viveiro em campo aberto do mundo. No local, está instalado um dos mais modernos laboratórios de micropropagação. São 40 mil metros com capacidade de armazenar 4,8 milhões de plantas.
“Aqui se produz, multiplicasse e distribui aos produtores material genético de cacaueiros, em escala industrial, de alto valor agronômico, tolerante a vassoura-de-bruxa e de alta produtividade, bem como mudas selecionadas de fruteiras tropicais e essências florestais, compatíveis com o ecossistema da Mata Atlântica, explica Maurício Galvão.