Gestor da Sema participa da Semana do Meio Ambiente no Polo de Camaçari

02/06/2017
Com o tema Água: conservar é garantir o amanhã, a Semana do Meio Ambiente do Polo Industrial de Camaçari teve continuidade nesta sexta-feira (2) com o plantio simbólico de 250 mudas no município de Dias D`Ávila. O secretário do Meio Ambiente do Estado (Sema), Geraldo Reis, participou do ato, representando o governador Rui Costa. Também esteve presente, a chefe de gabinete da Sema, Iara Icó.

A programação da Semana do Meio Ambiente foi elaborada pelo Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic), Instituto Fábrica de Florestas (IFF), Prefeituras de Camaçari e Dias d´Ávila e comunidades vizinhas. O tema foi definido pelo Núcleo de Defesa Comunitária (Nudec) e Conselho Comunitário Consultivo, e norteia as ações da programação, iniciada dia 31 de maio.

O plantio reuniu estudantes, professores, voluntários das empresas, lideranças e grupos da comunidade, além dos representantes das instituições parceiras. Outro plantio irá acontecer em Camaçari, totalizando 500 mudas de árvores plantadas durante a Semana do Meio Ambiente.

"Este trabalho tem um conteúdo simbólico e uma vertente de educação ambiental. O foco é o entorno do Polo, principalmente a faixa florestal. O propósito é levar essa conscientização para os estudantes, em parceria com as escolas, envolvendo também a comunidade, estratégia que tem acontecido com muito sucesso", disse Érico Oliveira, superintendente de Desenvolvimento e Comunicação do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari – Cofic, associação empresarial privada que representa mais de 90 empresas do Polo Industrial de Camaçari e áreas de influência.

"Há 9 anos estamos fazendo esse trabalho, com o Cofic e as empresas do Polo. Atuamos principalmente na faixa do entorno do Polo, no anel florestal, que envolve Camaçari e Dias d`Ávila, onde já foram plantadas mais de 400 mil mudas. Essa faixa vinha sendo invadida pelas comunidades quando o Polo nos chamou para recuperar o anel florestal, e então fizemos uma interlocução com as comunidades.

Mobilizamos para que elas entendessem que esse era um ativo ambiental e que também era perigoso se aproximar tanto da planta industrial. Houve a contenção amigável com a inserção da comunidade plantando essas mudas. Hoje as comunidades se tornam fiscais das próprias áreas que eles plantaram", explicou Álvaro Oyama, diretor Executivo do Instituto Fábrica de Florestas.