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Rui Costa visita o Centro de Operações do Metrô de Salvador

 
A cada dia o governo baiano vê que é possível ir mais além, qualificar a máquina estadual e melhorar o gasto público para realizar o que é realmente necessário para as pessoas e para a infraestrutura produtiva do Estado. O lugar que a Bahia ocupa hoje no cenário nacional é fruto de um projeto político que vem sendo implantado e aperfeiçoado com disciplina desde 2007, através do diálogo constante e sob a batuta da decisão soberana dos baianos e baianas. São três as suas linhas mestras: a
interiorização do desenvolvimento e da oferta dos serviços públicos, a prioridade da área social e o aprofundamento da democracia.

A importância da infraestrutura de logística para um Estado como a Bahia, de dimensões continentais, cujos efeitos se fazem sentir – e se farão cada vez mais – na indústria, no comércio e nos serviços, inclusive no turismo. Essa concepção de investimentos está sendo implementada em todo o Estado. No caso da capital, Salvador, com seus 2,8 milhões de habitantes, o governo realiza o maior investimento de sua história. Grande parte deles em obras viárias, cujo Metrô é face mais visível e de maior orgulho para os baianos.

Obras da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol)

Das grandes obras de mobilidade planejadas nos últimos cinco anos, o projeto da Bahia foi o que ganhou corpo e se materializou no tempo, prazo e preço programados – inclusive a preços menores do que foram a leilões.
Salvador ganhará a inédita integração do Atlântico com a Baía de Todos os Santos. O Corredor Pinto de Aguiar/Gal Costa/Lobato e o Corredor Orlando Gomes/29 de Março/Paripe cortarão transversalmente a cidade e vão alimentar o Metrô, em quatro estações. Mais do que uma ação de mobilidade, essas obras dinamizam a retomada dos investimentos em toda aquela extensão.

Isso foi observado com a reconstrução da Avenida Orlando Gomes. É o que também acontecerá com as avenidas Gal Costa e 29 de Março, abrindo a possibilidade para todos os tipos de atividade econômica, do serviço ao comércio.

O novo projeto da Estação Rodoviária retira de dentro da cidade todos os ônibus metropolitanos, intermunicipais e interestaduais, que passarão a ter, como última entrada, o Terminal de Águas Claras. Será a maior estação de transbordo do Norte e Nordeste, comportando as estações do Metrô, do BRT e demais ônibus.

O Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) que substituirá o trem do Subúrbio, com projeto estimado em R$ 1,5 bilhão. O termo de compromisso com um grupo financeiro inglês já foi assinado. Vai ligar o Comércio a Paripe. Posteriormente, com o túnel, vai chegar à Estação da Lapa, completando a mobilidade urbana nessa cidade de três milhões de habitantes.

A Ferrovia de Integração Oeste – Leste (FIOL) e o Porto Sul fazem parte do planejamento estratégico de criação de um grande corredor de desenvolvimento, viabilizando grandes projetos, agrícolas e agroindustriais, sobretudo no Oeste, aumentando ainda mais a competitividade, reduzindo expressivamente o custeio de transporte dos produtos. Significa, portanto, a possibilidade concreta de viabilizar o interior da Bahia para o mundo a partir desse modal de transporte.
A Ponte Salvador/Itaparica é um projeto valioso que tem assinado protocolo de intenções com a empresa chinesa CRBC.

A Bahia planeja e está executando uma nova estrutura de aeroportos baianos.

A Bahia tem a liderança nacional na produção da energia eólica e, em até três anos, liderar também na energia solar. Os bons ventos que sopram aqui e o brilho do sol sobre o semiárido já contabilizam R$ 22,7 bilhões em investimentos distribuídos em 23 municípios. O esforço se concentra no fortalecimento das cadeias produtivas desses dois segmentos.



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