23/11/2016
Escuta Empática e Comunicação Não Violenta (CNV) foram temas de palestra para delegados, escrivães e investigadores da Polícia Civil, nesta terça-feira (22), na Academia de Polícia Civil (ACADEPOL), vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP). O palestrante foi o ouvidor geral do Estado, José Maria Dutra, e a coorganizadora do Movimento Política Solidária, Daniella Araújo.
CNV e Escuta empática consistem em uma técnica psicossocial desenvolvida por Marshall Rosenberg para a manutenção de relações humanas saudáveis, sejam elas pessoais ou interpessoais. É uma abordagem que se aplica de maneira eficaz a todos os níveis de comunicação e a diversas situações e conflitos cotidianos em relacionamentos. Segundo Rosenberg, a CNV (Comunicação Não Violenta) quando aplicada coloca as pessoas em estado compassivo natural em suas interações.
Além da apresentação da teoria, o encontro promoveu muitas dinâmicas que auxiliam para a empatia e interação em conflitos cotidianos nas relações pessoais e interpessoais, visando atender as necessidades do outro. De acordo com a CNV, a empatia é fundamental para o aperfeiçoamento das relações sociais através da sensibilidade de se colocar no lugar do outro sem ser omisso consigo mesmo.
Na apresentação, o José Maria destacou a necessidade do diálogo saudável nas relações, sejam elas pessoais ou profissionais, através da escolha das palavras, a capacidade de concentração na presença da outra pessoa e da mente quieta para que o corpo possa vivenciar a experiência de interação. "A CNV visa promover o diálogo através da concentração plena e atenção na mensagem passada pela outra pessoa, possibilitando a livre expressão e a relação harmoniosa entre os indivíduos”, disse.
Ouvidoria da Polícia Civil
A palestra também faz parte das capacitações que a Ouvidoria Geral do Estado oferece aos órgãos que estão estruturando ou ampliando suas ouvidorias especializadas. A Polícia Civil que será instalado em breve. “O objetivo desta formação é mostrar para as pessoas que precisamos melhorar o nosso tipo de comunicação. Estamos em um mundo em que as pessoas escutam pouco e nós, do serviço público, precisamos exercitar e entender melhor as necessidades dos cidadãos”, explicou José Maria Dutra. O método da CNV está sendo implantado na OGE omo modelo de gestão, através de formações e reuniões periódicas com a equipe de trabalho.
A diretora da Acadepol, delegada Kátia Brasil, destacou que o objetivo é orientar os servidores sobre o papel da Ouvidoria Geral e da Rede de Ouvidorias, assim como observar quais servidores têm o perfil que se encaixe para atividades como esta. “A partir do momento que o servidor é voluntário para o evento, entendemos que ele tem predisposição a ouvir o que temos de novo”, finalizou.
“Só faltava a Ouvidoria da PC, acredito que seja imprescindível para todo serviço público” enfatizou a escrivã Liliane Silva. Para ela, o que mais chamou atenção foi a forma exposta à percepção e interpretação diante das situações.
CNV e Escuta empática consistem em uma técnica psicossocial desenvolvida por Marshall Rosenberg para a manutenção de relações humanas saudáveis, sejam elas pessoais ou interpessoais. É uma abordagem que se aplica de maneira eficaz a todos os níveis de comunicação e a diversas situações e conflitos cotidianos em relacionamentos. Segundo Rosenberg, a CNV (Comunicação Não Violenta) quando aplicada coloca as pessoas em estado compassivo natural em suas interações.
Além da apresentação da teoria, o encontro promoveu muitas dinâmicas que auxiliam para a empatia e interação em conflitos cotidianos nas relações pessoais e interpessoais, visando atender as necessidades do outro. De acordo com a CNV, a empatia é fundamental para o aperfeiçoamento das relações sociais através da sensibilidade de se colocar no lugar do outro sem ser omisso consigo mesmo.
Na apresentação, o José Maria destacou a necessidade do diálogo saudável nas relações, sejam elas pessoais ou profissionais, através da escolha das palavras, a capacidade de concentração na presença da outra pessoa e da mente quieta para que o corpo possa vivenciar a experiência de interação. "A CNV visa promover o diálogo através da concentração plena e atenção na mensagem passada pela outra pessoa, possibilitando a livre expressão e a relação harmoniosa entre os indivíduos”, disse.
Ouvidoria da Polícia Civil
A palestra também faz parte das capacitações que a Ouvidoria Geral do Estado oferece aos órgãos que estão estruturando ou ampliando suas ouvidorias especializadas. A Polícia Civil que será instalado em breve. “O objetivo desta formação é mostrar para as pessoas que precisamos melhorar o nosso tipo de comunicação. Estamos em um mundo em que as pessoas escutam pouco e nós, do serviço público, precisamos exercitar e entender melhor as necessidades dos cidadãos”, explicou José Maria Dutra. O método da CNV está sendo implantado na OGE omo modelo de gestão, através de formações e reuniões periódicas com a equipe de trabalho.
A diretora da Acadepol, delegada Kátia Brasil, destacou que o objetivo é orientar os servidores sobre o papel da Ouvidoria Geral e da Rede de Ouvidorias, assim como observar quais servidores têm o perfil que se encaixe para atividades como esta. “A partir do momento que o servidor é voluntário para o evento, entendemos que ele tem predisposição a ouvir o que temos de novo”, finalizou.
“Só faltava a Ouvidoria da PC, acredito que seja imprescindível para todo serviço público” enfatizou a escrivã Liliane Silva. Para ela, o que mais chamou atenção foi a forma exposta à percepção e interpretação diante das situações.