26/03/2018
Qualidade dos procedimentos de trabalho e das relações humanas são os temas da formação continuada iniciada nesta sexta-feira (23) com a equipe de atendente da Central de Atendimento da Ouvidoria Geral do Estado (OGE). A ação visa a eficiência operacional e a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos pela OGE.

“Esse primeiro encontro foi de muita interação com o tema abordado no capítulo 1 do Livro Comunicação Não Violenta (CNV). As equipes apresentaram e discutiram exemplos reais de comunicação passiva que, ao longo dos séculos, fortaleceu o racismo, impactando as relações humanas e gerando violência”, afirmou Silvanei Santos, técnico responsável pela capacitação.
Para o atendente Ednaldo Martins, a formação é uma oportunidade para refletir velhas práticas nas relações. “Percebemos com o estudo que não existe comunicação não violenta sem respeito e empatia (se colocar no lugar do outro). Refletimos que sem esses requisitos os diálogos podem causar sentimentos ruins e gerar violência física”, disse.
A formação já acontece com os funcionários da Assessoria Técnica (Astec), da Coordenação da Rede de Ouvidorias Especializadas e Projetos (Coep) e com a coordenação e supervisão da Central de Atendimento da OGE. “O objetivo é garantir um atendimento de qualidade, melhorando os procedimentos internos e as relações no ambien
te de trabalho e realizando com atendimento com empatia”, destacou o ouvidor geral José Maria Dutra.
A capacitação consiste em avaliar e propor novas ações que promovam continuamente a qualidade dos processos de trabalho realizados pelo órgão, mantendo assim a Certificação de Qualidade ISO 9001, recebida em 2017. A outra temática abordada é a aplicação do método Comunicação Não Violenta (CNV) como modelo de gestão, desenvolvendo a escuta empática nos diálogos pessoais e interpessoais.

Para a eficiência da formação, a equipe foi dividida em quatro turmas que estudam, apresentam e debatem os conteúdos em encontros realizados a cada 15 dias. A CNV, que trata-se de uma técnica psicossocial desenvolvida por Marshall Rosenberg para a qualidade das relações humanas, foi o primeiro tema trabalhado pelas equipes.
“Esse primeiro encontro foi de muita interação com o tema abordado no capítulo 1 do Livro Comunicação Não Violenta (CNV). As equipes apresentaram e discutiram exemplos reais de comunicação passiva que, ao longo dos séculos, fortaleceu o racismo, impactando as relações humanas e gerando violência”, afirmou Silvanei Santos, técnico responsável pela capacitação.
Para o atendente Ednaldo Martins, a formação é uma oportunidade para refletir velhas práticas nas relações. “Percebemos com o estudo que não existe comunicação não violenta sem respeito e empatia (se colocar no lugar do outro). Refletimos que sem esses requisitos os diálogos podem causar sentimentos ruins e gerar violência física”, disse.
A formação já acontece com os funcionários da Assessoria Técnica (Astec), da Coordenação da Rede de Ouvidorias Especializadas e Projetos (Coep) e com a coordenação e supervisão da Central de Atendimento da OGE. “O objetivo é garantir um atendimento de qualidade, melhorando os procedimentos internos e as relações no ambien
te de trabalho e realizando com atendimento com empatia”, destacou o ouvidor geral José Maria Dutra.