Conselho Superior se reúne para apreciar proposta de implantação de residência jurídica na PGE/BA

Publicado: 07/12/2012 Última atualização: 06/10/2026 às 15:00



Em reunião realizada na manhã de hoje (07), membros do Conselho Superior da Procuradoria Geral do Estado se reuniram com representantes da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro e do Ministério Publico do Estado do Paraná para apreciar a proposta de autoria do Conselheiro e procurador Élder dos Santos Verçosa, que visa implantar na Procuradoria da Bahia um programa de residência jurídica.

“A idéia do encontro é promover discussões de ordem jurídica pertinentes à proposta sanando dúvidas e buscando soluções para os questionamentos apresentados”, afirmou o Procurador Geral do Estado, Rui Moraes Cruz.

Convidada para relatar a experiência do Ministério Público do Paraná na implantação de programa semelhante, a Subprocuradora Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do MPE do Paraná, Samia Saad Gallotti Bonavides, agradeceu o convite e falou da satisfação de colaborar num momento tão importante de decisão da PGE/BA. Samia Saad informou que no MPE/PR foi implantado um estágio de pós- graduação e que o programa é gestado com a convicção de que se realiza algo vinculado ao papel da instituição. “O estágio de pós- graduação é para nós um programa muito caro, já que temos muito carinho por ele. É também um programa de função pedagógica com finalidade social. Nosso objetivo maior é estimular a vocação, criar interesse pela instituição. Tem sido sem dúvida, uma experiência exitosa para nós”.

O procurador do Estado do Rio de Janeiro Leonardo Mattietto, por sua vez, esclareceu que na PGE/RJ foi implantado um programa de aperfeiçoamento profissional para bacharéis em Direito no formato de residência jurídica. “Nosso objetivo é estimular o jovem advogado a fazer a escolha pela nossa carreira. A residência jurídica tem sido para nós da PGE/RJ uma experiência muito rica. Estamos lidando com profissionais qualificados e isso tem nos permitido dar um grande salto qualitativo. Estamos muito satisfeitos de poder formar bons advogados públicos”.



Fonte: PGE/ASCOM