29/09/2010
A Procuradora Geral Adjunta, Joselita Cardoso Leão, e o Coordenador Técnico da Procuradoria Geral do Estado, Célio Augusto Silveira de Alcântara, membros do Núcleo de Modernização da Gestão da PGE, realizaram uma visita técnica ao Ministério Público do Estado para conhecer a experiência do MPE na concepção e desenvolvimento do seu Planejamento Estratégico.
Os membros do NEMAE / PGE foram também, no dia 20 de setembro, a Brasília, onde conheceram o trabalho desenvolvido pelo Ministério da Defesa, Banco do Brasil e Tribunal de Contas da União.
A visita realizada ao Centro de Estudos Estratégicos do Exército Brasileiro, à Diretoria de Estratégia e Organização Estratégica do BB e à Secretaria de Planejamento e Gestão do TCU constituiu mais uma etapa do trabalho que está sendo realizado pelo NEMAE a quem cabe coordenar as ações tendentes à elaboração dos projetos no campo da informática, gestão de documentos, planejamento estratégico, aparelhamento e capacitação de recursos humanos, que integram, neste primeiro momento, o Programa de Modernização da PGE a ser implementado com recursos do BNDE/PMAE GESTÃO.
Segundo Joselita Leão, o Planejamento Estratégico é hoje, mais do que nunca, imprescindível no setor público. Os avanços tecnológicos, a globalização de interesses e informações, a afirmação dos direitos de terceira geração, a ampliação dos espaços coletivos e a exacerbação das demandas de massa cobram a revisão urgente dos antigos modelos de organização e gestão dos serviços públicos. “É preciso garantir que as estruturas orgânicas e os recursos materiais e humanos disponíveis na PGE sejam, a todo momento, efetivamente adequados e compatíveis com as exigências dos serviços que oscilam ao sabor de novas e múltiplas demandas sociais. A PGE não pode ficar alheia a esta nova realidade”, pontuou.
Ainda de acordo com a procuradora, a importância dos Planos Plurianuais, agora enriquecidos com previsões baseadas em cenários futuros cientificamente identificados, tem crescido a cada dia, e, por este motivo, não basta mais o simples planejamento de longo prazo com definição de metas à luz de uma dada realidade. Para ela as metas podem não corresponder necessariamente às exigências do ambiente do serviço vigente ao tempo de sua implementação e, portanto, para resguardar-se a atualidade da organização, é preciso planejá-la estrategicamente levando-se em conta a constante alteração ou a superveniência de novos e múltiplos cenários.
“O momento é propício a essa reflexão. No próximo ano, os Entes Estatais estarão elaborando seus Planos Plurianuais para os quatro exercícios subseqüentes. Até lá, órgãos e entidades mais sensíveis estarão revendo seus próprios modelos e perspectivas e indicando diretrizes, objetivos e metas estrategicamente definidos para o mesmo período. A PGE/BA quer e precisa chegar junto”, finalizou Joselita Leão.
Fonte: PGE/ASCOM