Ex procurador do Estado é o mais novo desembargador federal do TRT da 5ª Região

01/02/2012



O ex procurador do Estado da Bahia, Marcos Oliveira Gurgel, é o mais novo desembargador federal do TRT da 5ª Região (TRT5). Nomeado para o cargo por decreto publicado no Diário Oficial da União do dia 25 de janeiro de 2012,  Marcos Gurgel foi empossado na tarde da última quinta-feira (26), em cerimônia realizada no gabinete da presidente do TRT5, desembargadora Vânia Jacira Tanajura Chaves. A solenidade contou com expressiva participação de magistrados, advogados, servidores, amigos e familiares, dentre eles, o pai do empossado, o ministro aposentado do TST Hylo Gurgel, que foi presidente do TRT baiano no biênio 1981-1983. O desembargador Marcos Gurgel ocupou a vaga reservada ao Quinto Constitucional para a classe de advogado, deixada pelo desembargador Roberto Pessoa, aposentado em setembro de 2010.

Marcos Oliveira Gurgel é natural de Aracaju-SE e graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1985. Militou na advocacia durante 26 anos, passando pelas áreas pública, sindical e trabalhista. Leciona na Faculdade de Direito da Universidade Católica do Salvador (UCSal), onde é professor das disciplinas Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho. Antes de ser nomeado desembargador do TRT5, atuava como Procurador chefe da Procuradoria Especializada Trabalhista da Procuradoria Geral do Estado da Bahia.

Emocionado, o desembargador Marcos Gurgel agradeceu a todos que o ajudaram na sua caminhada e fez uma homenagem especial aos pais - Hylo Gurgel e Olivete Gurgel- 'exemplos de educação, humildade e simplicidade', que lhe serviram de modelo e motivação para nunca desistir de seu projeto de vida. O magistrado falou ainda da angústia de ter de esperar quase nove meses desde a definição da lista tríplice pelo Tribunal e agradeceu aos advogados que concorreram com ele. ''Participamos de um processo gratificante, onde não houve disputa e sim respeito mútuo e a consciência de que, independente de quem fosse o escolhido, a Justiça do Trabalho teria um grande ganho'', salientou.



Fonte: PGE/ASCOM