Rui Costa é empossado como novo governador do Estado da Bahia

01/01/2015


O agora governador da Bahia, Rui Costa, e o vice-governador João Leão, tomaram posse nesta quinta-feira (1°), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), sede do governo em Salvador. Rui chegou junto com a esposa e filha, e foi recebido pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o deputado estadual Marcelo Nilo, por volta das 9h. Costa sucede Jaques Wagner, nomeado ministro da Defesa e que esteve à frente do governo por dois mandatos consecutivos.


"Não serei um gerente. Levarei a voz dos baianos, dos nordestinos, ao plano nacional. E, para essa missão, quero convidar todos os prefeitos, deputados, em especial, os federais e os senadores", disse Rui Costa, em discurso de posse no plenário da Alba, após juramento firmado.


Ele saiu em defesa do maior repasse de verbas federais para os municípios brasileiros "É urgente à revisão do nosso pacto federativo. Os estados e municípios devem ampliar sua capacidade de arrecadação. Não é aceitável o nível de concentração dos recursos no plano federal. Brasília se agiganta a cada dia, a burocracia custa caro e atrasa os investimentos no país", afirmou.


O senador eleito e atual vice-governador, Otto Alencar, o prefeito de Salvador, ACM Neto, o arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, e políticos como deputados estaduais e federais, além de prefeitos, acompanharam a cerimônia.


Rui Costa defendeu  "urgência" da reforma tributária. "Não é possível que o ICMS pago no comércio eletrônico pelos baianos e nordestinos seja apropriado apenas pelo estado de São Paulo", afirmou, sequenciando com a defesa das mudanças na forma de financiamento da saúde pública do país. "Novas fontes de recursos são imprescindíveis para que o Sistema Único de Saúde esteja à altura das exigências da nossa gente".


Costa se emocionou ao citar o pai, Clovis dos Santos, e a sua mãe, Maria Luzia Costa dos Santos. Durante a fala, Rui Costa afirmou que o "fio condutor" de sua administração será a participação, apontando a construção do seu programa ainda nas eleições. "Foi à primeira vez que um programa de governo foi construído pelas mãos da sociedade, representada por organizações sociais, culturais, políticas, religiosas e econômicas dos 27 territórios de identidade do estado da Bahia", disse.



Fonte: ASCOM/PGE




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