11/04/2016
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento da Procuradoria Geral do Estado inicia hoje (11), através do linkhttp://www.agu.gov.br/evento/id_conteudo/388377, a retransmissão do curso da Escola da Advocacia Geral da União intitulado ‘ O novo CPC’. A iniciativa é o primeiro resultado prático do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a PGE a EAGU e integra o plano de capacitação de procuradores e servidores da Procuradoria da Bahia. O curso, que acontece no período de 11 a 15 de abril, tratará de panorama geral das alterações no Novo Código de Processo Civil.
O Acordo de Cooperação Técnica, que foi assinado pelo procurador geral do Estado, Paulo Moreno Carvalho, e pela a diretora da Escola da Advocacia Geral da União, Juliana Sahione Mayrink Neiva, durante o Seminário de Abertura do ano comemorativo do cinqüentenário da PGE-BA, realizado no dia 04 de abril de 2016, visa o desenvolvimento institucional e de recursos humanos de ambos os órgãos.
O documento estabelece bases gerais para a cooperação técnica, científica e cultural e o intercâmbio de conhecimentos, informações e experiências entre as partes, visando à formação, aperfeiçoamento e especialização técnica de recursos humanos, bem como o desenvolvimento institucional mediante a implementação de ações, programas, projetos e atividades complementares de interesse comum das instituições.
“A formalização de um acordo interorgânico é vital, já que, a partir de então, haverá um registro comum do calendário educacional, de quais dos diversos instrumentos educacionais serão efetivamente disponibilizados de um para outro e, ainda, para legitimar eventuais investimentos para realização de eventos por um dos partícipes que porventura requeira a colaboração financeira do outro, dentre outras questões operacionais”, afirmou a procuradora chefe do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento da PGE-BA, Alzemeri Martins Ribeiro de Britto.
Para Juliana Sahione, é preciso que haja uma preocupação da Administração Pública em não ser mais tão burocrática e buscar gerencialmente a eficiência do serviço prestado. “Cabe a nós trazer para o dia a dia, para além do exercício diário do nosso trabalho, aquele momento de parar para repensar os fluxos, os processos, e, principalmente, o Direito. Precisamos olhar a capacitação como algo que faz parte do nosso trabalho e isso é muito difícil”, analisou.
A diretora da EAGU explica ainda que a capacitação continuada é muito difícil de ser feita. Segundo ela, para além dos acordos externos, que são peça fundamental para o desenvolvimento do trabalho das escolas de governo, “há uma educação interna que antecede a capacitação do serviço público, que é fazer com que o servidor público compreenda a importância da capacitação, ou seja, é preciso capacitar para capacitar”.
Fonte: ASCOM/PGE