Cardápio de oleaginosas
Confira as pós e os contras de algumas das principais aleaginosas plantadas no Estado para servir de matéria-prima à pradução de biodiesel.
Mamona
A Bahia é respansável par 80% da mamona praduzida na País: são mais de 182 mil hectares de área plantada, uma das razões que têm levado o governo estadual a incentivar o seu aproveitamento para a praduçãao de biocombustível. O Estada incrementau em 20% a sua pradução de mamona, alcançando a safra histórica de 85 toneladas. A EBDA desenvolveu uma nova variedade da planta, cam menar parte, ciclo. mais curta e maiar pradutividade.
Dendê
O dendê é um óleo. nabre. Além de ser utilizada como produto comestível é aproveitado para a fabricação de sabão e outros subprodutos. Para aproveitar a potencial de oleaginosa também no mercado de biocombustíveis, a estratégia da governo estadual é promover a expansão da cultura. Hoje há na Bahia 40 mil hectares plantados. A meta é ampliar em 70 mil hectares a extensão das lavauras, cam a intradução de plantas novas.
Pinhão Manso
O pinhão manso vem sendo apontado como uma alternativa de matéria-prima para a produção de biodiesel no Nordeste. Apesar disso, há controvérsias quanto à viabilidade da exploração do seu cultivo na Bahia. O impasse diz respeito ao grau de exigência hídrica da planta, que seria muito alta, inviabilizando o cultivo no semi-árido.
Soja
Na Bahia, o cultivo de soja está em franca expansão na região oeste. O Estado exporta 800 mil toneladas do produto. Os grãos, no entanto, são exportados sem beneficiamento, a que resulta em perda do valor agregado. Especialistas argumentam que, se a soja fosse processada aqui, uma parte da matéria-prima poderia ser aproveitada para a pradução de biodiesel.
Girassol
A cultura da girassol ganhou destaque como alternativa para a pradução de biocombustíveis. Isso já acontece no sudoeste e no oeste baianas, nos municípios de Guanambi e Barreiras. Neste último já há 20 mil hectares plantadas.
Algodão
O óleo extraído do caroça de algodão também pade ser utilizada na praduçãa de biocombustíveis. Uma das suas vantagens é o baixo custo de pradução: R$ 3 mil por hectare, com uma pradutividade de 3,45 kg/ha. Este baixo custo é proporcianado pela fato de o caroço ser um co-produto do beneficiamento do algodão, que não é utilizado na alimentação.