Mulheres que fazem toda a diferença no trabalho do campo
Em Boa Vista, zona rural de Santo Antônio de Jesus, e Lagoa das Flores, em Conquista, elas são a força
Isabel Cristina Sampaio tem 34 anos e trabalha descascando mandioca “desde que me entendo por gente”. Assim como milhares de trabalhadoras rurais do País, sonha em dar um futuro melhor para o seu filho Mateus, de apenas 7 anos.
A atividade, que lhe rende uma diária de R$ 10, apenas complementa a renda familiar. O sustento é retirado da colheita de laranja, do limão e da lima que ela cultiva em sua propriedade junto com o ex-marido, que ainda mora com ela.
“No final do mês, são cerca de R$ 350 obtidos com o cultivo e mais R$ 100 com o trabalho da mandioca”, diz Cristina, que mora em Boa Vista, zona rural de Santo Antônio de Jesus. Conheça também Telma, Ilisama e Leiliane, de Lagoa das Flores, sudoeste, que lidam com hortaliças.
Maria Alves de Oliveira Ao 43 anos, a agricultora ainda revela, em seu sorriso tímido, que luta com garra e alegria
Leiliane Teixeira dos Santos Cuidar da horta e regar os canteiros são atividades diárias da jovem de 25 anos, que tem um filho para criar
Isabel Cristina Sampaio Tem 34 anos, trabalha descascando mandioca. Com um filho de 7 anos, fatura R$ 100 por mês com a atividade
Telma N. dos Santos Aos 26 anos, jovem sobrevive do cultivo de hortaliças
Ilisama Costa dos Santos Tem um filho de apenas 1 ano e aos 26 anos enfrenta a rotina de colher verduras na região de Lagoa das Flores.