Frigorífico de Alagoinhas vai gerar mais de mil empregos

20/03/2009

Frigorífico de Alagoinhas vai gerar mais de mil empregos

 

O frigorífico Regional de Alagoinhas, Frigoalas, que será inaugurado oficialmente na manhã deste sábado, (21.03) às 9 horas, vai gerar de imediato 200 empregos diretos e mais de 400 indiretos, mas a projeção é de que, a médio prazo, estes números sejam ampliados para 350 diretos e mil indiretos. A geração de emprego e renda é importante para o governo do Estado, que viabilizou a implantação do empreendimento com sua política de atração de investimentos. A inauguração do Frigoalas, que teve investimentos privados da ordem de R$ 12 milhões, terá a presença de autoridades do governo e do setor produtivo da carne.

Segundo secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, Roberto Muniz, é muito importante apoiar a implantação de frigoríficos regionais na Bahia, principalmente com o selo do Serviço de Inspeção Estadual (SIE). “É fundamental para a reorganização da cadeia produtiva da carne no estado, garantindo a oferta de alimentos seguros e de qualidade  à população baiana”, assegura Muniz.

O frigorífico Frigoalas vai funcionar dentro das exigências higiênico-sanitárias para garantir a distribuição da carne inspecionada nos estabelecimentos comerciais. Com capacidade diária total para abater 1,1 mil animais como bovinos, suínos, caprinos e ovinos, a unidade de Alagoinhas vai atender a 12 cidades circunvizinhas na região.

A Seagri, através da Agência Estadual de Defesa Agropecuária, Adab, acompanhou todo o processo de implantação do frigorífico, desde a elaboração do projeto, inspeção do terreno até a liberação para funcionamento. “A Adab é responsável pelo cumprimento da Portaria nº 304 do Ministério da Agricultura (Mapa), que tem como objetivo garantir a qualidade da carne no abate e no transporte”, afirma o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto. A meta da agência é ampliar o número de municípios no Estado com abatedouros frigoríficos sob fiscalização do SIE, para combater o abate clandestino e a comercialização da carne não inspecionada.

Segundo o sócio-diretor do Frigoalas, Manoel Mairton de Souza, para garantir a qualidade da carne, será utilizado o sistema de nórea automática, onde a carne é pendurada nos trilhos aéreos e manipulada por funcionários devidamente treinados, para diminuir o risco de contaminação. “Recebemos o apoio da Seagri e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária com o acompanhamento dos veterinários, desde a chegada dos animais nos currais até a liberação para o abate. Fornecer uma carne com qualidade à população é nossa meta”, afirma. 

A unidade de Alagoinhas é a terceira do grupo e possui área de 150 hectares com currais, sala de abate, câmaras frigoríficas e lagoa de decantação, além de 15 caminhões-frigoríficos, que farão o escoamento da carne desde o abate até o destino para a comercialização.


Fonte:
Secretaria de Agricultura
Assessoria de Comunicação
Elaine Cunha – DRT-BA 2301
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