Agronegócio espera a retomada dos negócios
O vice-presidente da Associação dos Agricultores de Irrigação da Bahia (AIBA), Sérgio Pitt, vê o anúncio da expansão do crédito com esperança de que o cenário possa atenuar as dificuldades do setor, uma vez que 50% dos custos são oriundos de terceiros. "Num primeiro momento, nós acreditamos que, com a maior oferta de crédito, teremos uma queda no custo do dinheiro, o que vai beneficiar o setor. Mais adiante, pagando menos pelo dinheiro captado, é possível prever que o preço dos produtos agrícolas também caiam, beneficiando o consumidor".
As instituições públicas de financiamento não fizeram a diferença apenas para o setor industrial. O diretor da Habitação da Ademi, José de Azevedo Filho, afirma que a firme a entrada dos bancos privados no finaciamento de imóveis é resultado de dois movimentos: à pressão que o setor imobiliário, pela sua grandeza, naturalmente gera nosa gentes financeiros; e ao trabalho que a Caixa Econômico Federal e o Bajnco do Brasil fizeram nos últimos seis meses, mantendo suas taxas para financiamento de imóveis, o que ee acabou atraindo os clientes.
"Com a crise, os bancos privados criaram enormes dificuldades ao elevar as taxas, fechar linhas de crédito e reduzir prazos de financiamento", reorda-se Azevedo. Segundo ele, a queda nas vendas foi inevitável. E m 2008, por exemplo, foram vendidos 14 mil imóveis. Em 2009 a previsão é de que 10 mil imóveis sejam vendidos.