Cacauicultores baianos iniciam renegociação de dívidas
Os produtores de cacau que têm dívidas com o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e a Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) já podem procurar suas agências para assinar os contratos de renegociação.
A informação é do secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, que hoje, às 9h, no auditório da Ceplac, em Itabuna, preside reunião da Câmara Setorial do Cacau, durante a qual será iniciado o mutirão para adequação dessas dívidas.
Três produtores vão assinar seus contratos de renegociação, simbolizando as 4.858 operações. O cacau foi reconhecido como sistema agroflorestal e com isso o prazo para pagamento das obrigações, que era de quatro anos de carência e oito anos para pagamento, foi ampliado para oito anos de carência e 12 anos para pagar, totalizando 20 anos.
"O PAC do Cacau agora é realidade", afirmou Muniz. Essas operações fazem parte do total de 8.664, no valor de R$ 482 milhões, com enquadramento na Lei 11.775/ 2008, que criou o PAC do Cacau.