Linha técnica será principal critério de substituição dos secretários

18/01/2010

Linha técnica será principal critério de substituição dos secretários

 

Para garantir a continuidade das ações, o governo pretende adotar a linha mais técnica possível na substituição dos cerca de 10 secretários que deixarão os cargos. Ou seja, se confirmada essa direção, chefes de gabinetes ou outros quadros que estejam nas pastas deverão passar ao comando das mesmas.

A metodologia é similar ao que o presidente Lula adotou nas últimas eleições, quando teve de substituir os ministros que sairiam candidatos.

Naquela ocasião, Lula nomeou como ministros quadros técnicos da própria estrutura das pastas, a fim de evitar descontinuidade das ações.

Sobre os critérios, o governador Jaques Wagner disse que quanto menos sobressalto nas mudanças, melhor.

Afirmou que vai “procurar respeitar a composição política da base de sustentação”, mas frisou que será um “julgamento” dele a definição sobre as pastas. Além disso, garantiu que, a essa altura do governo, os cargos não serão utilizados para adesões políticas à base de sustentação.

Wagner admitiu que pode perder “ali ou aqui”, mas disse que o governo “tem todo um planejamento” que evitará qualquer “sobressalto” à gestão.

Nomes Para o Planejamento, de acordo com fonte próxima ao governador, estão cotados o chefe de gabinete, Edson Valadares, ou o superintendente de planejamento, Paulo Henrique. Na Indústria e Comércio, fala-se do chefe de gabinete Valter Tavares ou do diretor-geral do Derba, Wilson Brito.

Os demais quadros lembrados, que podem vir a assumir suas respectivas pastas, são Nelson Almeida (Desenvolvimento Urbano), Haroldo Andrade (Desenvolvimento Social), Luciana Tannus da Silva (Justiça) e Eduardo Seixas (Agricultura).

“Será um julgamento meu (...), portanto evidentemente a escolha passará sempre por mim, não há nada automático”

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