Commodities Agrícolas
Melhora nos leilões
Produtores de soja e as esmagadoras do grão vão pedir hoje, em Brasília, mudanças nas regras dos leilões de prêmios realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A cadeia da soja quer que o governo dê apoio à comercialização do grão, segundo a agência Reuters. Vão participar desta reunião membros da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e da Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso (Aprosoja). A cadeia argumenta que as exigências dos editais para o leilão inviabilizam o Pesoja (Prêmio de Equalização de Preços da Soja). Na bolsa de Chicago, os contratos da soja para setembro fecharam a US$ 5,8075 o bushel, com recuo de 9 centavos. No mercado paulista, a saca fechou a R$ 27,76, segundo o índice Cepea/Esalq.
Leilão impulsiona
O leilão dos 10 lotes vencedores do 3º Concurso de Cafés Naturais do Brasil, conhecido como Late Harvest 2005/06, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, sigla em inglês), totalizou R$ 184,9 mil. O lote campeão foi o do empresário Roberto Irineu Marinho, presidente das
O café do empresário é produzido na Fazenda Sertãozinho, de Botelhos (MG). O lote de 19 sacas foi comprado pelo grupo japonês
Egito compra
Os preços futuros do trigo fecharam ontem (dia 27) em alta, nos mercados internacionais, impulsionados por notícias de que o Egito, um dos maiores importadores globais do cereal, teria comprado o cereal dos Estados Unidos, segundo a Reuters. Na bolsa de Kansas, os contratos para dezembro US$ 5,0025 o bushel, com alta de 5,75 centavos. Em Chicago, os contratos para dezembro encerraram a US$ 4,0750 o bushel, com alta de 5,75 centavos. Os preços do trigo também foram sustentados por notícias dos elevados volumes de exportações semanais americanas, de 464,7 mil toneladas, acima das 300 mil e 400 mil toneladas estimadas, e de expectativas de mais negócios no mercado internacional. No mercado paranaense, o preço médio da saca da fechou a R$ 19,77, segundo o Deral.
Maior baixa em 6 meses
Os preços futuros do açúcar fecharam novamente em queda, pelo terceiro pregão consecutivo, atingindo a maior baixa dos últimos seis meses, com a pressão das vendas dos fundos. Em Nova York, os contratos para março encerraram o dia a 15,21 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 22 pontos sobre o pregão anterior. Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires informaram que os investidores locais fizeram cobertura de posições durante o pregão, mas insuficiente para reverter a tendência de queda. Traders acreditam que os negócios no mercado físico podem aumentar por conta das sucessivas quedas dos preços internacionais da commodity. No mercado paulista, a saca de 50 quilos fechou a R$ 49,37, segundo o índice Cepea/Esalq.