Oficinas debatem ações para o combate à desertificação no semiárido
Usar espécies nativas da flora regional do semiárido – para alimentação de caprinos e ovinos – e fazer o plantio de sementes crioulas derivadas dos cultivos tradicionais, sem uso de agrotóxicos. Estas são algumas das experiências relatadas por representantes de comunidades do semiárido baiano durante oficinas promovidas pelo Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá), autarquia da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), visando à elaboração do Plano Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.
Os encontros fazem parte do Programa Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAE-Bahia). Além da formulação do Plano, o evento busca socializar, discutir, consolidar e legitimar as propostas e ações positivas desenvolvidas pelas comunidades no semiárido para combater ou reduzir os efeitos da seca.
A próxima oficina, também supervisionada pelo Ingá, será realizada hoje, amanhã e quinta-feira, em Paulo Afonso, e terá como foco o debate das vivências da comunidade local.