Bahia terá indústria para beneficiar banana da terra
Indústria venezuelana vai beneficiar banana da terra produzida na região de Wenceslau Guimarães. Protocolo de Intenções é assinado pela empresa Alina do Brasil com Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração – SICM e Seagri, na tarde desta segunda-feira
Foto: Heckel Jr. / Imprens Seagri
A banana da terra produzida em Wenceslau Guimarães, no Baixo Sul da Bahia, vai ganhar projeção de mercado. A empresa venezuelana Alina do Brasil vai instalar no município – maior produtor regional, com mais de 7.9 mil hectares plantados – uma indústria para beneficiar a fruta. Na tarde desta segunda-feira (13), os empresários da Alina, Gerardo Rosales e Isidrio Rodrigues, assinaram Protocolo de Intenções com a Secretaria da Agricultura (Seagri), Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM), Sefaz, e a prefeita do município, Susete da Silva. A previsão para inserir o produto no mercado é maio de 2011.
Para o secretário Eduardo Salles, a instalação de uma fábrica na Bahia é consequência do trabalho que a Seagri tem feito após o retorno da Coordenação de Agroindústria, transferida para a SICM em 1991. A fábrica terá capacidade inicial de processamento de 60 toneladas de banana por semana, gerando de imediato 60 empregos diretos. O investimento inicial gira em torno de 1 milhão e meio de dólares, seguido de uma expectativa de faturamento de 7 milhões de dólares.
Para Susete da Silva, prefeita de Wenceslau Guimarães, a entrada do produto no mercado possibilitará mais geração de emprego e renda. Ela afirma que “será um marco para o município, porque vai ordenar a produção de banana na região”.
“A qualidade da banana é muito boa. Vai ser uma boa aliança entre o governo do Estado da Bahia e a Alina do Brasil. Estamos impressionados com a maneira séria de como a prefeitura de Wenceslau Guimarães e as secretarias estão conduzindo o projeto”, destacou Rosales, ao se referir à matéria-prima.
Inicialmente serão produzidas pela fábrica “banana chips”, ou seja, bananas fatiadas em rodelas e fritas em oleína de dendê, conforme explicou Isidrio Rodrigues.
Fonte:
Assessoria de Imprensa / Seagri
Denise Cristina
Rodrigo Vilas Bôas
Tel.: (71) 3115-2737 / 2767 / 2794