Commodities Agrícolas
Correção técnica
Os contratos de trigo negociados na bolsa de Chicago fecharam ontem em queda, com vendas de especuladores em um movimento de correção técnica, após fortes altas registradas na semana passada, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. A demanda quieta ofereceu algum suporte aos preços. Mas o excesso de oferta com o avanço da colheita americana de trigo de primavera, que já alcança 50% da área plantada, pressiona as cotações do cereal. O contrato para dezembro caiu 8,50 centavos de dólar, para US$ 4,0525 por bushel. Na bolsa de Kansas, os preços futuros forte queda, com vendas de especuladores. O contrato para dezembro caiu 11,50 centavos de dólar, para US$ 4,88. No Paraná, a saca foi vendida em média a R$ 20,44, alta de 0,59% no dia, segundo o Deral.
À espera do USDA
Os contratos de algodão negociados na bolsa de Nova York fecharam ontem em queda, com vendas de especuladores que ignoraram o relatório semanal do Departamento de Agricultura (USDA) indicando piora das lavouras nos EUA. Conforme o órgão, 35% das lavouras estão em estado ruim ou péssimo, ante 34% na semana anterior. O índice de lavouras em condições de boas a excelentes caiu de 39% para 38%. Segundo a Dow Jones Newswires, operadores aguardam a divulgação pelo USDA do relatório de oferta e demanda na sexta-feira. O contrato para outubro recuou 5 pontos, para 54,75 centavos de dólar por libra-peso. O papel para dezembro caiu 35 pontos, para 56,53 centavos de dólar. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq subiu 1,48%, para R$ 1,3199 por libra-peso.
Dia de consolidação
Os preços futuros da soja recuaram ontem novamente na bolsa de Chicago, com vendas de especuladores, ainda em reação à melhora das condições climáticas no Meio-Oeste americano, segundo a Reuters. O contrato para setembro perdeu 4,75 centavos de dólar e fechou a US$ 5,6250 por bushel. O contrato de soja sul-americana para setembro recuou 5,50, para US$ 6,12. Segundo a Meteorlogix, as chuvas e o clima mais frio previsto para os próximos dias nos Estados Unidos ajudarão a reduzir o estresse hídrico nas lavouras. O mercado aguarda a divulgação, pelo Departamento de Agricultura americano (USDA) na sexta-feira, do relatório de oferta e demanda de grãos. Em Paranaguá (PR), o preço médio da saca ficou estável em R$ 30, segundo a
Vendas especulativas
Os preços futuros do suco de laranja recuaram ontem na bolsa de Nova York, com vendas de especuladores. Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires disseram que as expectativas de safra menor de laranja na Flórida na safra 2006/07 evitaram maiores quedas nos preços. Consultorias privadas devem divulgar suas estimativas nas próximas semanas, antes do relatório do governo americano. O contrato para setembro recuou 120 pontos, para US$ 1,7035 por libra-peso. Novembro caiu 100 pontos, para US$ 1,7165. A chegada da temporada de furacões também tem dado suporte aos preços, embora não haja previsão tempestades na Flórida nos próximos dias. No mercado interno, a caixa de 40,8 quilos de laranja vendida às indústrias de suco saiu em média a R$ 10,76, segundo o Cepea/Esalq.