Aumento de 28,6% em julho (A Tarde)

14/08/2006

Aumento de 28,6% em julho

 

35,61 toneladas por hectare é a produtividade da cultura de batatas na Chapada Diamantina, com produção 133 mil toneladas por ano, contra 18,24 t/ha nacional, para uma produção de 2,7 milhões de toneladas anuais Fonte: Associação dos Irrigantes do Paraguaçu Um montante de US$ 5,236 bilhões. Foi este o resultado das exportações do agronegócio brasileiro em julho, segundo dados divulgados na semana passada pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura.

Os negócios mostraram crescimento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2005, que foram US$ 4,072 bilhões.

As importações somaram US$ 578 milhões e a balança comercial do setor registrou no mês superavit de US$ 4,658 bilhões.

Soja e o complexo sucroalcooleiro contribuíram com quase 80% das vendas. A soja totalizou US$ 1,438 bilhão US$ 1,082 bilhão em julho do ano passado), enquanto o setor sucroalcooleiro atingiu US$ 1,034 bilhão (US$ 463,4 milhões no mês de julho de 2005).

Nos primeiros sete meses deste ano, as exportações somaram US$ 26,595 bilhões, com 9,6% acima, se comparadas ao mesmo período de 2005. As importações cresceram 23,3% em relação a igual período do ano anterior, totalizando US$ 3,562 bilhões.

Entre agosto de 2005 e julho de 2006, o agronegócio rendeu US$ 45,923 bilhões – 11,9% acima do valor exportado nos 12 meses correspondentes ao período de agosto de 2004 a julho de 2005 (US$ 41,044 bilhões). As importações foram de US$ 5,856 bilhões.

Outros que se destacaram na pauta de exportações do agronegócio em julho foram cereais e suas preparações (514%), suco de frutas (80,7%), papel e celulose (25,4%), leite, laticínios e ovos (15,3%), couros e seus produtos (15,2%), café, chá, mate e especiarias (14,7%) e madeiras (14,6%).

As exportações do setor de carnes apresentaram um declínio de 15,3% em julho, caindo de US$ 807 milhões para US$ 683 milhões. Mas, no caso da carne bovina in natura, houve um aumento de 4,6% no valor exportado, determinado por uma redução da oferta de preços 16% superiores.