Termo de cooperação fortalece ações de georeferenciamento na Bahia
Secretário da Agricultura, Eduardo Salles, assina termo de cooperação juntamente com ADAB, EBDA e CBA
Foto: Heckel Jr. / Imprens Seagri
O Programa Nacional de Georeferenciamento e Cadastro de Apicultores (PNGEO) deu um passo importante. Durante a apresentação dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Sustentável, nesta sexta-feira, 3, o secretário da agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, juntamente com o diretor de Inspeção da ADAB, Paulo Emílio Torres, o diretor de Pecuária da EBDA, Elionaldo Teles, e o coordenador do Programa Nacional de Georeferenciamento e Rastreabilidade da Apicultura, Ricardo Lustosa, assinaram um termo de cooperação para fortalecer as ações georeferenciamento na Bahia.
De acordo com o secretário Eduardo Salles, que recebeu durante o evento a publicação impressa dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Sustentável, o georefernciamento facilita o controle do serviço de assistência técnica nas comunidades da agricultura familiar. “De posse do banco de dados podemos saber o máximo de informações sobre cada uma das famílias de agricultores. O que produzem, as necessidades, a quantidade colhida e assim por diante”, disse.
“Através do georeferenciamento, podemos definir prioridades das cadeias produtivas, a capacidade de produção de cada propriedade. Esse sistema fortalece a dinâmica produtiva do Estado” assinalou Elionado Teles. Conforme Paulo Emílio Torres, o georeferenciamento vai permitir maior integração dos órgãos vinculados à Seagri. “Vai nos ajudar muito durante as ações de sanidade”, considerou.
O Programa Nacional de Georeferenciamento e Cadastro de Apicultores (PNGEO) foi criado em 2007, sob a gestão da Confederação Brasileira de Apicultura – CBA, e direcionado como Política Pública Apícola Nacional pela Câmara Setorial do Mel e Produtos Apícolas do Brasil, com o objetivo principal de promover o georeferenciamento, a rastreabilidade e a modernização da produção apícola no Brasil, através de ações de mapeamento, diagnóstico, capacitação e regulamentação das atividades em todos os elos da cadeia, alinhando a apicultura e a meliponicultura com as tendências mundiais do mercado de alimentos.
O programa se expandiu e hoje está passando a ser utilizado por outras cadeias produtivas. “O georreferenciamento e a rastreabilidade são assuntos imperativos para todos que querem se estabelecer de forma consistente e competitiva no mercado”, afirmou o veterinário e coordenador do Programa Nacional de Georeferenciamento da Apicultura, Ricardo Lustosa Brito.
Segundo Lustosa, a CBA tem procurado estabelecer uma agenda estratégica para esse tema, desenvolvendo parcerias que tornarão possível a consolidação de um avançado sistema de produção apícola no Brasil. “O objetivo é promover a modernização da produção apícola por meio de ações de mapeamento, diagnóstico, capacitação e regulamentação das atividades em todos os elos da cadeia”, completou.
Fonte:
Imprensa Seagri
Rodrigo Vilas Bôas – DRT BA 2368
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