Inflação atingiu 1,45% em Salvador no mês de janeiro

09/02/2011

Inflação atingiu 1,45% em Salvador no mês de janeiro

 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Salvador registrou, em janeiro, incremento de 1,45%, variação superior à apurada no mês anterior (0,27%). Em janeiro de 2010, o IPC havia registrado variação de 1,12%, segundo dados apurados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria estadual do Planejamento (Seplan).

No acumulado dos últimos 12 meses (de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011), a taxa situou-se em 4,67%, resultado superior ao acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores (janeiro a dezembro de 2010), que foi de 4,33%.

Em janeiro de 2011, os produtos e serviços que mais contribuíram para a alta da taxa foram Passagem de ônibus urbano (8,70%), Mensalidade e matrícula escolar (9,64%), Conselho de classe (10,51%), Cursos diversos (computação/pré-vestibular) (12,83%), Tomate (45,93%), Cerveja (consumida fora do domicílio) (3,81%), Lanche (3,54%), Curso universitário (4,24%), Serviço de reparo em veículos (2,98%) e Cebola (29,31%).

Os produtos cujos preços exerceram maiores pressões de queda foram Feijão rajado (-10,41%), Camiseta, blusa e blusão femininos (-4,40%), Móvel para sala (-2,40%), Pacote turístico (-1,60%), Feijão mulatinho (-5,36%), Calça comprida feminina (-2,99%), Charque (-3,02%), Acessórios fotográficos (-3,83%), Cruzeiro marítimo (-2,44%) e Refrigerador (-3,70%).

Dos 375 produtos e serviços pesquisados mensalmente pela SEI, 177 registraram alta nos preços, 94 não tiveram alterações e 104 registraram decréscimos.

Cesta básica – A ração essencial mínima definida pelo Decreto-lei 399, de 30 de abril de 1938, que estabelece 12 produtos alimentares e suas respectivas quantidades, passou a valer R$ 192,90 em janeiro, representando acréscimo de 4,99% quando comparado com o mês de dezembro de 2010.

Dos 12 produtos que compõem a ração essencial mínima, sete registraram variações positivas: tomate (45,93%), banana-prata (6,74%), óleo de soja (2,52%), farinha de mandioca (1,33%), carne bovina (cruz-machado) (1,17%), manteiga (1,05%) e café moído (0,38%).

Outros cinco produtos registraram variações negativas: pão francês (0,33%), açúcar cristal (0,44%), leite pasteurizado (0,90%), arroz (1,03%) e feijão (10,41%).

 

Galeria: