Projetos sociais da Bahia servem de modelo para Governo do Pará

24/09/2012

 

Projetos sociais da Bahia servem de modelo para Governo do Pará
 
Em Curacá, os visitantes observam como pequenos produtores cultivam forragem para alimentação animal
 
 
 
As experiências do Governo do Estado, que promovem a segurança alimentar e nutricional dos produtores familiares baianos, por meio da inclusão socioprodutiva, vão servir de modelo para o estado do Pará. Este mês, representantes da Secretaria de Assistência Social (SAS), do Pará, foram recebidos pela coordenação do Projeto Semeando Renda, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), para conhecer as cadeias produtivas e os resultados da iniciativa em três municípios do semiárido – Curaçá, Uauá e Valente.
 
 Desenvolvida pela Coordenação de Articulação Institucional e Apoio à Mobilização Comunitária (Caiamc), a ação fortalece a economia dos pequenos produtores, com investimentos em capacitação, assistência técnica e financeira, além da implantação de estruturas nas cadeias produtivas do sisal, caprinocultura de leite e fruticultura.
 
Sustentabilidade – Segundo o coordenador do projeto, Diego Caribé, "essa troca de conhecimentos sobre os programas sociais colaborou para o fortalecimento das ações de enfrentamento à extrema pobreza nesses estados".
 
De acordo com a representante da Gerência de Inclusão Sócio Produtiva da SAS (Pará), Antônia Lira, "as experiências da Bahia serão aplicadas na execução do projeto de inclusão socioprodutiva, a ser implantado no estado para promover a sustentabilidade de 11.218 famílias".
 
Qualidade de vida - Em Curacá, os visitantes conheceram as Unidades de Produção do Leite (caprinocultura) e os bancos de forragem irrigados compostos por plantas forrageiras como a palma, cunhã, sorgo, leucena e guandu, garantindo a alimentação dos animais durante todo o ano.
 
Em Uauá, aprenderam como a Cooperativa Agropecuária e Familiar de Uauá, Curacá e Canudos (Coopercuc) promove a melhoria da qualidade de vida de 1.950 produtores, a partir do beneficiamento e comercialização de frutas nativas (umbu, manga e a goiaba).
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