EBDA debate indicação geográfica da farinha de Copioba

17/10/2012

 

EBDA debate indicação geográfica da farinha de Copioba
 
 
Para conquistar a indicação geográfica, o produto precisa ter diferencial de qualidade
 
A tradicional farinha de Copioba é famosa pelo seu sabor diferenciado, um produto mais torrado e de alta qualidade, que conquista o paladar de consumidores baianos e caminha para o reconhecimento científico.  Uma iniciativa da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura (Seagri), e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Nazaré, que se reúnem na próxima sexta-feira (19), às 09h, na Secretária Municipal de Planejamento de Nazaré, para tratar da indicação geográfica deste tipo de farinha.
 
Como o próprio nome já sugere, a indicação geográfica consiste em identificar geograficamente a origem de um produto. Para conquistar a indicação geográfica, o produto precisa ter diferencial de qualidade, uma notoriedade em relação aos demais produtos disponíveis comercialmente, em função da região a qual pertence.
 
De acordo com o chefe da EBDA de Nazaré, Manoel Brito, o evento tem como finalidade sensibilizar, construir e organizar o 1º Seminário de Apresentação Geográfica de Farinha de Copioba, que é produzida no Vale da Copioba, localizado entre os municípios de Maragojipe, Nazaré das Farinhas e São Felipe.
      
“O produto já tem sua qualidade e eficácia reconhecida pelos consumidores; a identificação geográfica será a garantia do diferencial em relação aos demais produtos comercializados na região. A difusão de conhecimento terá como extensão o desenvolvimento socioeconômico e organizacional dos agricultores familiares que trabalham com a produção da farinha de Copioba, um derivado da mandioca”, explica Brito.
 
A Bahia ainda não possui identificação geográfica de nenhum produto, sendo a farinha de Copioba a primeira a conquistar este reconhecimento. Atualmente, já existem outros produtos que estão em análise, como a cachaça de Abaíra.
 
Fonte:
EBDA/Assimp
(71) 3116-1907
 
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EBDA
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