Estação experimental da EBDA cultiva fruteiras nativas, silvestres e exóticas

26/07/2013
Estação experimental da EBDA cultiva fruteiras nativas, silvestres e exóticas
 
 
 
 
Quem visita a Estação Experimental de Mandioca e Fruticultura da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), no município de Conceição do Almeida, se encanta com as coleções de plantas e os estudos realizados para conservação das variabilidades genéticas das espécies, no Banco Ativo de Germoplasma (BAG).
 
Numa área de 12 hectares são encontradas mais de 67 espécies e 326 acessos de fruteiras nativas, silvestres e exóticas oriundas de várias partes do Brasil e do mundo. Entre os frutos nativos cultivados estão pitanga, jabuticaba, pitomba, caju e manga. O que chama a atenção no BAG, no entanto, são as espécies exóticas como o rambutão, fruto avermelhado, originário da Tailândia, que tem casca dura revestida de espinhos tenros e se assemelha a pequenos ouriços, porém de sabor adocicado com leve acidez.
 
Distribuição de mudas - Já a macadâmia é originária da Austrália. Os frutos, em forma de noz, são muito utilizados na culinária, em especial na produção de doces. O champedaque, outro fruto cultivado, pertence à família da jaca e veio do oeste da Malásia. Pode ser consumido de forma natural e em conserva – as sementes também podem ser torradas ou cozidas.
 
Considerado um dos mais importantes da América Latina, o BAG produz ainda mudas, que são disponibilizadas aos agricultores de todo o país. "O objetivo do banco é conservar o material, avaliar, caracterizar e distribur. Mais de 100 mil mudas já foram produzidas e distribuídas para produtores baianos, principalmente da região sul, e de praticamente todos os estados brasileiros", informa José Uzêda, engenheiro agrônomo da EBDA, que é vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri).
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