Dia de Campo apresenta sistemas alternativos de irrigação
A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), vai participar do Dia de Campo sobre “Sistemas de produção irrigados para a agricultura familiar”, que dará sequência às ações voltadas para a geração de emprego e renda, destinadas ao público beneficiário do Plano Brasil Sem Miséria, na Bahia.
O evento, que ocorre nesta terça-feira (20), a partir das 8h, na Unidade Demonstrativa de Sistemas de Irrigação, às margens do Rio São Francisco, no Projeto de Assentamento (PA) Santo Expedito, no município de Barra, no Semiárido baiano, vai proporcionar conhecimentos sobre cultivos irrigados e os diversos tipos de sistemas de irrigação, próprios para a agricultura familiar.
De acordo com o engenheiro agrônomo e chefe do escritório local da EBDA em Barra, Geraldo Rabelo, seis estações foram preparadas, onde serão apresentadas a Unidade de Observação do PA Santo Expedito, sistemas de irrigação, sistema agroflorestal e tecnologias de produção, pragas na cultura da mandioca, apresentação da Unidade de Observação do PA do município de Antônio Conselheiro e atividades práticas com o plantio da mandioca. “O objetivo do dia de campo é trazer informações de cultivos irrigados para a agricultura familiar, como opção de produção para consumo da família e venda do excedente”, disse Rabelo.
O Dia de Campo, realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com EBDA – responsável pela mobilização dos agricultores -, terá como público, técnicos e agricultores que conhecerão os sistemas de irrigação por gotejamento, aspersão convencional, microaspersão, bubbler e tipo santeno (tubo perfurado à laser).
Segundo o analista da Embrapa, Helton Fleck, esses sistemas de irrigação estão presentes em três diferentes formas de cultivo: policultivo do tipo sistema agroflorestal; cultivo orgânico, e cultivo convencional de hortaliças, cereais e fruteiras. “Outras tecnologias para aumento da eficiência do uso da água, como o uso de lonas plásticas no fundo de canteiros e covas, e o uso de cobertura morta também estarão em demonstração”, complementou Helton Fleck.
Fonte:
EBDA/Assimp, 19/08/2013
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