22/08/2013
Ações da EBDA incentivam artesanato com palhas de licuri e pindoba
A casca do coco, cortada e polida, também é utilizada na fabricação de brincos, pingentes e colares
Foto: Carolina Amorim
As mãos ágeis e precisas das mulheres artesãs da comunidade de Jurema, em Ipirá, aos poucos dão formas às palhas de licuri e pindoba. O trabalho secular é incentivado pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), que, em parceria com o Instituto de Artesanato Visconde de Mauá, promove cursos, palestras e oficinas para dar sustentabilidade às atividades rurais de economia criativa.
As mãos ágeis e precisas das mulheres artesãs da comunidade de Jurema, em Ipirá, aos poucos dão formas às palhas de licuri e pindoba. O trabalho secular é incentivado pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), que, em parceria com o Instituto de Artesanato Visconde de Mauá, promove cursos, palestras e oficinas para dar sustentabilidade às atividades rurais de economia criativa.Não demora muito e as fibras se transformam em bolsas, esteiras, fruteiras, bandejas, além de peças decorativas. A casca do coco do licuri, cortada e polida, também é utilizada na fabricação de brinco, pingentes e colares. "A maioria das pessoas, muitas vezes, obtém sua renda somente do artesanato", explica o responsável pelo escritório da EBDA em Ipirá, Júlio César.
O artesanato típico do semiárido baiano é passado de geração em geração. "Esse fomento é muito importante para nós que sobrevivemos do licuri e da pindoba. Estou com ótimas perspectivas", diz a artesã Fátima Araujo, 42 anos.
Como parte das ações, hoje, as pindobeiras de Jurema visitam o grupo de mulheres artesãs em Riachão do Jacuípe, na comunidade de São Lourenço, que mantém um trabalho semelhante e também é assistida pela EBDA, que vai fornecer o deslocamento e a estrutura para a visita.