17/09/2013
EBDA auxilia na prevenção e combate às pragas do coqueiro
Foto: EBDA
Na realização da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), promovida pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Segri), os técnicos se deparam diariamente com agricultores familiares que tiveram seus coqueiros atacados por pragas. Para mudar essa situação, a EBDA, através do seu corpo técnico, vem orientando e assistindo os agricultores, na prevenção e controle de pragas e doenças do coqueiro.O engenheiro agrônomo da EBDA, Alírio Vanderlei Xavier, especialista no assunto, conta que as pragas mais comuns que atacam a palmeira são: a broca do olho do coqueiro, que causa a morte da planta; a broca do tronco; a do pedúnculo floral, que destrói o pedúnculo floral e a broca da raquis - nervura central da folha do coqueiro.
As lagartas da folha, baratas do coqueiro, traças das folhas e ácaro da necrose do coqueiro, que deixa o fruto amarronzado e imprestável para comercialização, são alguns dos problemas enfrentados pelos agricultores ao cultivarem coqueiros, mas que, nem sempre conseguem solucionar.
De acordo com Alírio Xavier, as principais causas da incidência dessas pragas são: a falta de limpeza, tratos culturais incorretos e desfolhas não realizadas no tempo certo. "É fundamental estar sempre em vigilância no pomar, fazendo a prevenção e retirando a parte da planta que estiver atacada", disse. Ele também explica que o controle da broca do olho – uma das pragas mais comuns -, pode ser realizado com o uso de feromonio – substância química que, no caso, é utilizada para atrair besouros, que são destruídos.
Outra sugestão de Alírio Vanderlei, para que o agricultor detecte a existência de pragas nos coqueiros, é observar sintomas como atrofia do coqueiral e diminuição da produção. “Sempre que se perceber mudanças na produção e no desenvolvimento da planta, o agricultor deve chamar um técnico da Empresa para verificar o ataque de alguma praga ou doença, e se existe deficiência no solo”, explica o agrônomo.
O agrônomo também indica aos agricultores que pretendem trabalhar com essa cultura, a buscar a EBDA, antes de iniciar o plantio, para receber orientação técnica adequada. “Usar mudas de qualidade, fazer tratos culturais corretos, como limpeza, carpina, desfolha, e outras orientações técnicas, podem ajudar ao agricultor a ter uma plantação sadia e produtiva”, ressalta Alírio Vanderlei reiterando que os técnicos da EBDA analisam o pomar ou a plantação, verificando o surgimento de deficiências do solo, doenças e/ou pragas no local, se detectado algum problema eles orientam como proceder no tratamento com eficiência.
Fonte:
EBDA/Assimp
(71) 3116-1910/ 1803