Sem esgotamento sanitário, dejetos poluem o São Francisco
Com cerca de 47 mil habitantes, Barra não possui serviço de esgotamento sanitário. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Turismo, João Rogério Azevedo Júnior, o município está com um projeto aprovado no Ministério da Integração Nacional, mas, por enquanto, a maioria das águas servidas e dejetos de fossas é lançada diretamente no Rio São Francisco.
Para a assinatura do projeto de R$ 20 milhões, elaborado pela prefeitura, ainda falta a licença ambiental, porém não há previsão para o início das obras.
“Não tem como revitalizar o rio sem fazer o saneamento básico”, ressalta João Rogério, destacando que, como a cidade é toda plana e o lençol freático fica a meio metro no subsolo, o serviço é de difícil execução.
Dos 250 km de margem de rio (São Francisco, Grande e Preto) dentro do município de Barra, 12 km foram escolhidos para o projeto piloto do programa de revitalização da bacia hidrográfica. Hoje, o ministro Geddel vai conhecer os primeiros 100 metros implantados, onde várias técnicas estão sendo testadas. A previsão é que o trecho de 12 km fique pronto em um ano.
Segundo o engenheiro naval Joaquim Riva, os estudos começaram em 1998, através do Plano de Fomento do Vale do Rio São Francisco. Ele enfatiza que os técnicos envolvidos no projeto buscaramCom cerca de 47 mil habitantes, Barra não possui serviço de esgotamento sanitário. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Turismo, João Rogério Azevedo Júnior, o município está com um projeto aprovado no Ministério da Integração Nacional, mas, por enquanto, a maioria das águas servidas e dejetos de fossas é lançada diretamente no Rio São Francisco.
Para a assinatura do projeto de R$ 20 milhões, elaborado pela prefeitura, ainda falta a licença ambiental, porém não há previsão para o início das obras.
“Não tem como revitalizar o rio sem fazer o saneamento básico”, ressalta João Rogério, destacando que, como a cidade é toda plana e o lençol freático fica a meio metro no subsolo, o serviço é de difícil execução.
Dos 250 km de margem de rio (São Francisco, Grande e Preto) dentro do município de Barra, 12 km foram escolhidos para o projeto piloto do programa de revitalização da bacia hidrográfica. Hoje, o ministro Geddel vai conhecer os primeiros 100 metros implantados, onde várias técnicas estão sendo testadas. A previsão é que o trecho de 12 km fique pronto em um ano.
Segundo o engenheiro naval Joaquim Riva, os estudos começaram em 1998, através do Plano de Fomento do Vale do Rio São Francisco. Ele enfatiza que os técnicos envolvidos no projeto buscaram modelos na Europa e Estados Unidos e se basearam no estudo das vazões desde 1962.
Para Riva, a tecnologia usada é simples e consiste em aplainar a margem desbarrancada (onde ocorre o assoreamento dificulta a navegação). Depois é colocada uma proteção de tela biodegradável, e sobre ela são plantadas mudas nativas. Na base, são colocados sacos com areia e 8% de cimento, para impedir que a encosta desabe na próxima cheia. Para implantar o campo experimental, deverão ser aplicados R$ 3,6 milhões. O custo total dos 210 km entre Ibotirama e Xique-Xique deve ficar em R$ 50 milhões. Os recursos são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). modelos na Europa e Estados Unidos e se basearam no estudo das vazões desde 1962.
Para Riva, a tecnologia usada é simples e consiste em aplainar a margem desbarrancada (onde ocorre o assoreamento dificulta a navegação). Depois é colocada uma proteção de tela biodegradável, e sobre ela são plantadas mudas nativas. Na base, são colocados sacos com areia e 8% de cimento, para impedir que a encosta desabe na próxima cheia. Para implantar o campo experimental, deverão ser aplicados R$ 3,6 milhões. O custo total dos 210 km entre Ibotirama e Xique-Xique deve ficar em R$ 50 milhões. Os recursos são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).