01/10/2007
566 quilos de carne são apreendidos em feiras
Exatamente 566 quilos de carnes bovina, suína e de aves foram apreendidos ontem pela manhã nas feiras livres dos bairros de Cosme de Farias, Liberdade e Itapuã, em Salvador, por comandos da Vigilância Sanitária do Município.
A blitz, organizada sob a supervisão do Ministério Público Estadual e com o apoio da Polícia Militar e Coordenadoria de Defesa do Consumidor (Codecon), foi a terceira este ano e teve como objetivo reprimir o comércio ilegal de carnes e derivados, mas também orientar o consumidor sobre os riscos que tais produtos, quando comercializados sem as normas de higiene e procedência, oferecem para a saúde.
Conforme explicou a promotora estadual Raílda Suzart, a maior parte dos produtos vem de abates clandestinos de animais, que acontecem em municípios próximos a Salvador. Em muitos casos, os produtos, principalmente as carnes salgadas, são adquiridos em cidades vizinhas e trazidos para Salvador para ser comercializados sem quaisquer normas de higiene. “São flagrantes que constatamos com freqüência”, diz a promotora.
Na primeira blitz deste ano, foram apreendidos 1.310 quilos de carne. Na segunda investida, foram1.980 quilos. Com os 566 quilos apreendidos ontem, então, somamse 3.856 quilos de carne apreendida. Os produtos recolhidos foram incinerados no Aterro de Canabrava.
A primeira apreensão de ontem ocorreu na feira do bairro de Cosme de Farias. Edson dos Santos Ferreira foi flagrado com vários quilos de carnes bovina, de aves e de porco que estavam no interior do veículo placa JLR-6958. Os produtos foram adquiridos em Feira de Santana e iriam ser distribuídos para açougues da feira.
Num outro estabelecimento, o comerciante George Azevedo Dias e a sua mulher, Elisete Correia, foram flagrados com produtos irregulares.
Ao ver as mercadorias serem levadas pelos fiscais, a mulher desmaiou, o que gerou um clima de revolta nos comerciantes da feira. “Por que não vão na Feira de São Joaquim, onde quase todo mundo vende produtos em meio à lama?”, questiona o comerciante, que gastou R$ 2 mil com as compras, feitas na cidade de Antônio Cardoso.
ALERTA – Para a veterinária Fátima Silvana, do Serviço de Vigilância Sanitária de Salvador, as apreensões são necessárias por servir como alerta para os consumidores.
“Muitos ignoram os riscos que tais produtos oferecem à saúde, como a tuberculose, a brucelose e a salmonelose”, esclarece.
Na feira do bairro da Liberdade, o comerciante Aureliano de Menezes teve mais de 200 quilos de carne suína apreendidos. O produto veio de um abate clandestino localizado no bairro da San Martin. A carne estava sendo comercializada em um açougue, e Aureliano fechou o local e fugiu quando percebeu a presença da fiscalização.
Conforme explicou a promotora estadual Raílda Suzart, a maior parte dos produtos vem de abates clandestinos de animais, que acontecem em municípios próximos a Salvador. Em muitos casos, os produtos, principalmente as carnes salgadas, são adquiridos em cidades vizinhas e trazidos para Salvador para ser comercializados sem quaisquer normas de higiene. “São flagrantes que constatamos com freqüência”, diz a promotora.
A primeira apreensão de ontem ocorreu na feira do bairro de Cosme de Farias. Edson dos Santos Ferreira foi flagrado com vários quilos de carnes bovina, de aves e de porco que estavam no interior do veículo placa JLR-6958. Os produtos foram adquiridos em Feira de Santana e iriam ser distribuídos para açougues da feira.
Ao ver as mercadorias serem levadas pelos fiscais, a mulher desmaiou, o que gerou um clima de revolta nos comerciantes da feira. “Por que não vão na Feira de São Joaquim, onde quase todo mundo vende produtos em meio à lama?”, questiona o comerciante, que gastou R$ 2 mil com as compras, feitas na cidade de Antônio Cardoso.
ALERTA – Para a veterinária Fátima Silvana, do Serviço de Vigilância Sanitária de Salvador, as apreensões são necessárias por servir como alerta para os consumidores.
Na feira do bairro da Liberdade, o comerciante Aureliano de Menezes teve mais de 200 quilos de carne suína apreendidos. O produto veio de um abate clandestino localizado no bairro da San Martin. A carne estava sendo comercializada em um açougue, e Aureliano fechou o local e fugiu quando percebeu a presença da fiscalização.