CEO da Jonh Deere fala sobre investimentos na América do Sul para cotonicultores brasileiros em visita ao Oeste da Bahia
A Fazenda Acalanto, referência em produção de algodão do Brasil, de propriedade do Grupo Horita, no município de São Desidério, recebeu na última quinta-feira (8) o presidente da Divisão Agrícola Mundial da John Deere, Mark Von Pentz, acompanhado de um staff de sete executivos, dentre eles, o presidente da companhia para a América Latina, Aaron Wetzel. Foi o fechamento de um roteiro de dois dias de visitas na região, escolhida pela empresa pelo modelo produtivo de vanguarda tecnológica que caracterizam a agricultura do cerrado baiano. Na ocasião, o chairman falou sobre o investimento de US$500 milhões na América do Sul, a maior parte dele destinada ao Brasil, que concentra três das quatro fábricas da companhia no continente. A mais recente é a fábrica de Monte Negro (RS) que será inaugurada no próximo dia 14. Outros investimentos, segundo Von Pentz, ainda estão por vir.
Para uma platéia que incluía representantes de quase todos os estados produtores de algodão do Brasil, Von Pentz destacou a eficiência e a qualidade da cotonicultura brasileira, em especial, o trabalho desenvolvido pelo Grupo Horita que, segundo ele, é um dos mais eficientes do mundo.
“O produtor do Oeste da Bahia está sincronizado com o que há de mais moderno em tecnologia agrícola no mundo. Prova disso é que as mesmas máquinas que são hoje usadas na região, são as que se usam nos Estados Unidos ou na Europa, sem defasagem alguma. Essa paridade tecnológica e o constante investimento em pesquisa e capacitação fazem do cerrado da Bahia uma importante referência agrícola internacional”, explicou o empresário Walter Horita, que também é presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).
Durante a programação, a John Deere, em uma ação institucional com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), doou para a entidade uma colheitadeira de grãos modelo 9570, lançada na semana passada, simultaneamente, nos Estados Unidos e no Brasil. A máquina irá a leilão e o dinheiro arrecadado será revertido em ações para o desenvolvimento da cadeia produtiva do algodão brasileiro.
09.05.2008
Imprensa Grupo Horita
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