Viabilidade da mamona é discutida em Salvador

06/08/2008

Viabilidade da mamona é discutida em Salvador

 

A Mamona no Contexto do Brasil e do Mundo foi o tema da conferência que abriu o segundo dia do III Congresso Brasileiro de Mamona, Energia e Ricinoquímica, que começou ontem (05) e vai até amanhã (07), no Bahia Othon Palace Hotel, em Salvador.

O pesquisador da Embrapa Napoleão Beltrão fez um panorama que abrangeu desde a vinda da oleaginosa da África para o Brasil, após o descobrimento, para lubrificar as rodas dos carros–de–boi que transportavam cana de açúcar até os atuais problemas enfrentados no mundo como a degradação do solo, o incremento nos preços dos alimentos e a falta de água.

Beltrão defendeu o uso da mamona, pois se trata de uma planta tolerante a seca, tem alta variabilidade, se adéqua a diferentes ambientes e pode ser cultivada por pequenos e grandes produtores. “Houve um grande aumento da viabilidade da mamona mundial, porém tanto no Nordeste, como em todo o Brasil, a cultura ainda precisa ser mais estimulada”, disse.

A Bahia é o 3º produtor mundial de mamona, com área plantada de 109.090 hectares, sua produção é de 108.090 toneladas e tem rendimento de 756 kg/hectare.

O evento segue até às 18h com conferências, mini-cursos, painéis e mesa redonda, com especialistas da cadeia da mamona. A programação completa está no site http://www.cnpa.embrapa.br/cbm/

Milena Brasil – analista de comunicação
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www.agripress.com.br
Catarina Guedes – Assessora de Comunicação
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