Companhia espanhola abaterá caprinos na BA Patrick Cruz |
A empresa A capacidade diária de abate será de 300 cabeças. O processamento do leite será de 90 mil litros/dia. Por ano, a estimativa é que a unidade processe 900 mil peles por ano. O empreendimento, em fase de montagem de estrutura desde a metade do ano passado, deverá iniciar suas operações este ano. A expectativa era de que os trabalhos iniciassem no final de 2005. O projeto dos espanhóis na Bahia inclui um frigorífico, que processará carnes de caprinos precoces, abatidos com três meses, exclusivamente para exportação, principalmente para a Espanha. O complexo terá ainda um curtume para aproveitamento de peles, voltadas para fabricação de tapetes, produção de leite em pó, cozinha industrial para fabricação de sopas e um laboratório para pesquisar o aproveitamento de subprodutos dos animais, como as vísceras, que deverão ter como destino as indústrias farmacêutica e de cosméticos. Nem todos os animais que serão aproveitados pelo empreendimento são de rebanho próprio dos espanhóis, segundo José Mário Carvalhal de Oliveira, diretor de política e economia agrícola da Secretaria de Agricultura da Bahia, que acompanha o processo de chegada dos investidores ao Estado. A idéia é também comprar cabeças de criadores locais. O projeto prevê ainda treinamento e capacitação dos criadores locais. A instalação do grupo no Estado vai gerar 300 empregos diretos. Somados, os rebanhos de caprinos (o maior do país) e ovinos da Bahia têm seis milhões de cabeças. A região de maior destaque na criação é o semi-árido. |
Companhia espanhola abaterá caprinos na BA
06/01/2006