Cargill fecha exercício 2006 com lucro
A americana
De acordo com a companhia, que têm forte presença no Brasil - onde o mercado de grãos mostrou-se extremamente adverso ao longo do ano-fiscal -, o lucro apurado foi recorde. "Foi o quinto ano consecutivo de melhoria de performance", comemorou Warren Staley, chairman e principal executivo do grupo. Para ele, os resultados refletiram a força de uma estratégia calcada em diversificação e presença global.
No quarto trimestre do exercício, os ganhos da empresa somaram US$ 358 milhões, ante US$ 230 milhões em igual intervalo de 2005, sempre excluindo encargos não financeiros. Nos últimos três meses de 2006, foram US$ 190 milhões em encargos referentes à reestruturação da The Mosaic Company - segunda maior empresa de fertilizantes do mundo (perde apenas para a norueguesa Yara), da qual a Cargill é a acionista majoritária.
Entre os investimentos realizados no exercício encerrado em 31 de maio passado, a multinacional destacou a aquisição da divisão de ingredientes alimentícios da Degussa, a joint venture formada para explorar óleo de palma na Indonésia e Papua Nova Guiné e a compra de negócios de processamento de carnes nos Estados Unidos e no Canadá. Expansões nas divisões de nutrição animal e processamento de cacau e de óleos vegetais também foram ressaltadas, bem como projetos para o mercado de biodiesel na Europa e no próprio mercado americano.
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