Sigatoka-amarela
A sigatoka-amarela, por sua vez, já existe no Brasil. Na Bahia, os produtores já convivem com ela, que provoca perdas na produção em torno de 60%. Ou seja, o estrago existe, mas não chega a ser tão grande como o causado pela sigatoka-negra.
Todo o esforço empreendido pelo Governo do Estado para evitar a sigatoka-negra na Bahia tem deixado os produtores mais tranqüilos. Dono de uma fazenda na localidade de Casa de Telha, em Conceição do Almeida, o produtor Antônio Vilar dos Santos, 45 anos, afirmou ter medo da praga, mas se mostra confiante no trabalho de prevenção realizado por órgãos como a Adab e a EBDA.
"Com toda a pesquisa que está sendo desenvolvida, a gente fica mais tranqüilo. Já convivemos com a sigatoka-amarela, mas a sigatoka-negra provocaria um estrago muito maior", contou.
Pai de um casal de filhos, seu Antônio sobrevive do cultivo de banana e outros frutos, como laranja e cacau. Seus produtos são vendidos em Santo Antônio de Jesus e em Conceição do Almeida, sendo que um cacho de banana da prata, por exemplo, sai por R$ 3 a R$ 4.