Sigatoka Negra
A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) participou nos dias 25 e 26, em Goiânia, de reunião com órgãos de defesa agropecuária de outros dez estados brasileiros. O objetivo foi discutir as implicações da Instrução Normativa Federal de no 17, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nas ações dos estados oficialmente reconhecidos como Área Livre de Sigatoka Negra, principal praga da bananicultura mundial.
De acordo com o diretor de Defesa Sanitária Vegetal da ADAB, Cássio Peixoto, a reunião visou harmonizar os procedimentos referentes à manutenção do status de área livre da praga nos estados. "Estamos caminhando para completar um ano como área livre da Sigatoka e a Bahia como segundo maior produtor nacional precisa oferecer condições favoráveis aos seus produtores para a comercialização do produto", ressalta Peixoto. Participaram do encontro representantes da Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraíba e Goiás, reconhecidos como área livre da doença, além dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, com regiões consideradas livres para a produção.
O Estado da Bahia tem atualmente uma produção anual de 1 milhão de toneladas de
banana, com uma área plantada de aproximadamente 7C mil hectares. Reconhecido pelc Mapa como área livre de Sigatoka Negra em maio de 2006, c estado foi o primeiro do país 2 adquirir o status.
A praga ataca as folhas da bananeira, causando rápida decomposição. Além disso, reduz a capacidade fotossintética da bananeira e provocando a morte da planta antes mesmc da formação do cacho de frutos Como conseqüência imediata, tem-se a redução da produção O transporte de frutas em caixas de madeira ou folhas da bananeira, o vento e a chuva são os principais meios de disseminação da doença.