Bahia já processou 11% mais embalagens vazias de defensivos (Seagri)

22/11/2006

Bahia já processou 11% mais embalagens vazias de defensivos


Salvador - O Sistema de Destinação Final de Embalagens Vazias prossegue com sucesso e continua obtendo bons resultados na Bahia. Prova disso é que o volume de recipientes recebidos entre janeiro e outubro deste ano é de 1.078 toneladas, já superou em 11% o número alcançando em todo o ano de 2005, quando 969 toneladas foram processadas. Além disso, nos dez primeiros meses deste ano, o Estado apresentou um crescimento de 33,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, que registrou 807 toneladas.

Atualmente, a Bahia possui centrais em Barreiras, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Irecê, Ilhéus, Bom Jesus da Lapa e Conceição do Jacuípe, além de um posto localizado na cidade de Guanambi. Os bons resultados do sistema de destinação final devem-se ao trabalho conjunto e contínuo realizado por agricultores, canais de distribuição e cooperativas, indústria produtora e poder público, representado no Estado pelo CRA/BA (Conselho Regional de Administração da Bahia), pela Adab (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia), e Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba). Outra associação de importante contribuição para o funcionamento do sistema no
Estado da Bahia é a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA).

O Sistema de Destinação Final de Embalagens Vazias de produtos fitossanitários brasileiro apresentou crescimento mais uma vez. Entre janeiro e outubro deste ano, os agricultores do País devolveram 16.437 toneladas de recipientes, 9% mais que no mesmo período de 2005. Somente no mês de outubro, foram destinadas 1.231 toneladas.

Nos últimos 12 meses (de outubro de 2005 a outubro de 2006), o Brasil foi responsável pela destinação de 19.244 toneladas de embalagens vazias, um excelente resultado para o Sistema, que se aproxima de sua maturidade. Os elos integrantes da cadeia produtiva agrícola envolvidos no sistema buscam constantemente mecanismos que tornem o programa auto-sustentável, já que hoje ele é deficitário e inteiramente financiado por agricultores,
distribuidores, cooperativas e indústria fabricante (representada pelo inpEV - Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), cada qual com a sua parcela de responsabilidade.