SHV Gas Brasil foca negócios para o Nordeste
Seguindo a linha de empresas nacionais e estrangeiras, a SHV Gas Brasil, comercilaizadora das marcas Minasgás e Supergasbras, escolheu também a região Nordeste do País para ampliar seus negócios. Para 2007, a empresa prevê investimentos da ordem de R$ 170 milhões, sendo pelo menos 20% destinados para a automatização dos processos de produção e logística, precários naquela região. 'Os nossos investimentos para 2007 estão de alinhados com as necessidades das regiões onde já atuamos e onde pretendemos entrar. Por conta disso, temos interesse em adquirir ativos e tornar nosso pessoal mais capacitado para atender, num futuro bem próximo, a crescente demanda de GLP', informou o presidente da empresa, Lauro Cotta. O Nordeste responde por mais de 10% das vendas da companhia, e por isso foram investidos mais de R$ 10 milhões, valor que incluiu a inauguração de duas unidades engarrafadoras: uma em Fortaleza e outra em Maceió.
Tomando como foco o Nordeste, Cotta acrescentou que, nas regiões, Norte e Centro-Oeste, os parques industriais estão sendo modernizados porque existe uma grande expectativa em torno do GLP. 'Esperamos que o mercado de GLP continue crescendo acima de 1,5%, só assim poderá oferecer novas oportunidades, quem sabe até como suporte para gás natural. Diante do impasse que envolve o gás, com certeza o GLP será uma boa alternativa', garante o executivo Em outros estados, a atuação da empresa também foi marcante em 2006. Em Minas Gerais, a SHV Gas Brasil instalou um parque industrial na cidade de Betim, com investimento de R$ 14 milhões. Já no Rio Grande do Sul foi instalada uma nova unidade em Canoas, com investimentos de R$ 18 milhões.
Ainda por lá, foi firmada uma parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para desenvolver a estação experimental agronômica da universidade e melhorar processos de secagem de grãos (como soja, milho e arroz) por meio do uso do gás liquefeito de petróleo, como matriz energética. O contrato entre a empresa e a universidade, que terá vigência mínima de cinco anos e investimento inicial de R$ 100 mil, inclui o desenvolvimento do laboratório agronômico da UFRGS, com restauração de antigos equipamentos e aquisição de novos, como computadores e microscópios. 'Com todos os nossos projetos, estamos otimistas porque acreditamos que o GLP ainda pode ser a grande substituição para a linha dos gases do mal, sem prejudicar o meio ambiente', concluiu Cotta.