Classificação de algodão EBDA/ABAPA tem qualidade reconhecida internacionalmente

27/06/2007

Classificação de algodão EBDA/ABAPA tem qualidade reconhecida internacionalmente


A qualidade dos serviços de classificação de algodão em pluma, resultante dos trabalhos realizados pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A. – EBDA, em convênio com a Associação Baiana de Produtores de Algodão – ABAPA, no Centro de Análises de Fibra, em Luís Eduardo Magalhães, foi avaliada recentemente pelo International Cotton Advisory Comittee (ICAC) – Comitê Internacional de Avaliação de Algodão – obtendo nota 0,48 (quanto mais próximo de zero, maior a pontuação), terceira melhor nota obtida entre os avaliados.
A avaliação ocorre a cada três meses, sendo esta a primeira de 2007. A média das notas conferidas a todos os aparelhos HVI’s (High Volume Instrument), de diversos países, foi igual a 0,61, e o maior conceito foi igual a 0,22, demonstrando que os resultados das análises dos HVI’s do centro de análise da EBDA/ABAPA ficaram entre os mais confiáveis do mundo.
O HVI é um equipamento de alta precisão, utilizado para determinar as principais características da fibra do algodão, tais como: micronaire (finura), resistência, comprimento, uniformidade, grau de alongamento, coloração e brilho, dentre outras.
Para o presidente da empresa, Emerson Leal, “este reconhecimento nos motiva a continuar investindo cada vez mais na qualidade dos serviços prestados pela EBDA, seja disponibilizando equipamentos mais sofisticados e precisos, seja investindo na profissionalização de nossos técnicos que operam esses equipamentos”.
Segundo Gernack Ferraz Souto, engenheiro agrônomo, chefe do Serviço de Classificação de Produtos de Origem Vegetal, da EBDA, “esse resultado reflete não apenas a qualidade dos equipamentos do Centro de Avaliação de Fibra, mas, também, a qualificação dos profissionais envolvidos na atividade”. Gernack informou ainda que, além de algodão, a EBDA faz a classificação de produtos destinados diretamente à alimentação humana, como feijão, arroz, farinha de mandioca, óleo de soja, lentilha, e outros, além de produtos importados, com destaque para trigo, arroz e alpiste. A classificação de importados é feita nos pontos de entrada, em todo o Estado.
A empresa faz também a classificação de produtos de origem vegetal, quando das aquisições do governo. Para isso, dispõe de postos de classificação em Salvador, Feira de Santana, Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e Ilhéus. Dispõe, também, de um laboratório de análises químicas, específicas para classificação, que presta serviços não só à Bahia, mas, também, a empresas de classificação e agroindústrias de outros estados, tais como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Pernambuco e Paraíba.

EBDA/Assimp
Giovanna Reyner/Maria de Lourdes Nascimento