BRASÍLIA - O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou ontem a aprovação do voto agrícola que prorroga as dívidas de operações de renegociações de dívidas de crédito rural da área de atuação da Agência de Desenvolvimento do Nordeste (Adene). O segundo voto discutido na reunião foi uma decisão do Banco Central que prorroga o prazo para a aplicação dos recursos provenientes das exigibilidades bancárias para empréstimos ao setor rural.
Na prática, as aplicações com recursos dos depósitos à vista foram maiores do que foi estimado no ano passado. “A expectativa é que deixarão de ser aplicados em torno de R$3 bilhões na safra 2006/07, no conjunto do sistema até 30 de junho”, afirma Gilson Bittencourt, assessor especial do Ministério da Fazenda. Mas ele explica que o valor aplicado pelos agentes financeiros foi superior aos R$20 bilhões, meta prevista para o atual ciclo, por causa do aumento dos depósitos à vista. (AE)