Algodão da EBDA possui nível internacional A qualidade dos serviços de classificação do algodão em pluma, resultante dos trabalhos realizados pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), em convênio com a Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa), no Centro de Análises de Fibra, no município de Luís Eduardo Magalhães, foi avaliada recentemente pelo International Cotton Advisory Comittee (Comitê Internacional de Avaliação de Algodão). O algodão recebeu nota 0,48 (quanto mais próximo de zero, maior a pontuação), terceira melhor nota obtida entre os avaliados. A avaliação ocorre a cada três meses, sendo esta a primeira deste ano, e avalia o High Volume Instrument (HVI), equipamento de alta precisão utilizado para determinar as principais características da fibra do algodão, como comprimento, resistência, finura, uniformidade, alongamento, coloração e brilho, dentre outras. A média das notas conferidas aos HVIs de diversos países foi de 0,61 e o maior conceito foi igual a 0,22, demonstrando que os resultados das análises dos HVIs do centro de análise da EBDA ficaram entre os mais confiáveis do mundo. Para o presidente da empresa, Emerson Leal, esse reconhecimento nos motiva a continuar investindo cada vez mais na qualidade dos serviços prestados pela EBDA, "seja disponibilizando equipamentos mais sofisticados e precisos, seja investindo na profissionalização dos técnicos que operam esses equipamentos." Segundo o engenheiro agrônomo Gernack Ferraz Souto, chefe do Serviço de Classificação de Produtos de Origem Vegetal da EBDA, o resultado reflete não apenas a qualidade dos equipamentos do Centro de Avaliação de Fibra, "mas também a qualificação dos profissionais envolvidos na atividade." Ele informou que, além de algodão, a EBDA faz a classificação de produtos destinados à alimentação humana, como feijão, arroz, farinha de mandioca, óleo de soja, lentilha e outros, e de produtos importados, com destaque para trigo, arroz e alpiste. A classificação de importados é feita nos pontos de entrada em todo o estado. Postos e laboratório A empresa também faz a classificação de produtos de origem vegetal quando das aquisições do governo. Para isso, dispõe de postos de classificação em Salvador, Feira de Santana, Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e Ilhéus. Dispõe ainda de um laboratório de análises químicas específicas para classificação, que presta serviços não só à Bahia, mas também a empresas de classificação e agroindústrias de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Pernambuco e Paraíba. |