Primeiro ano de governo é avaliado positivamente

28/12/2007

Primeiro ano de governo é avaliado positivamente

 


 

Um ano positivo. Assim o governador Jaques Wagner definiu 2007, considerando como ga-nhos importantes para a sociedade baiana, a "revolução social" que o estado está vivendo e a mudança de hábitos políticos na forma de gerir os recursos públicos.

Ele citou, como exemplos, a nova modalidade de licitar, que é mais transparente, barateando os custos do Estado, e uma participação muito maior da sociedade na formulação das políticas públicas, levando a população a perceber que o governo quer dialogar com o povo, quer ouvir seus anseios, suas reivindicações.

"Foi assim no PPA Participativo e em todas as conferências que nós fizemos", enfatizou.

Economia – O governador salientou o crescimento de 4,5% da economia baiana, o que representou um aumento de 0,5% comparado ao ano de 2006, que registrou o percentual de 4%.

"É possível que a gente encerre o ano perto de 5% de crescimento", previu, ressaltando também a expansão de atendimento
à agricultura familiar.

Este mês foram assinados convênios com a Petrobras para proporcionar a ampliação do atendimento a mais 23 mil famílias de pequenos agricultores, e com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, totalizando R$ 40 milhões em investimentos no setor, o que resultará em mais geração de emprego e renda para a população baiana.

Destacou ainda o aumento do número de empregos e apoio dispensado ao micro e pequeno empresário.

 

"Em 2008, pretendemos implantar 27 farmácias populares em todo o estado"

 

Três poderes – Wagner citou a relação respeitosa e harmoniosa entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que resultou na construção da Agenda Bahia, por meio da qual os três poderes discutem as principais questões que atingem a população, buscando, juntos, as soluções para combater os problemas e implementar ações, visando melhorar a vida de cada cidadão.

Ele ressaltou a independência dos poderes, frisando que, pela primeira vez, o Judiciário e o Legislativo deixaram de receber pressão do Executivo.

"Eu tenho convicção de que, na democracia, no respeito à opinião de todos, no diálogo com a sociedade e com os outros poderes, nós estamos fazendo uma Bahia mais transparente, mais igual, ou seja, de oportunidades iguais para todos. Uma Bahia melhor para aqueles que querem investir, porque os empresários sabem que não existe jogo de carta marcada para favorecer ninguém", disse.

 

Novos tempos na Bahia: transparência, combate à corrupção, revolução social

 

Na avaliação do governador, a Bahia já está percebendo que este é realmente um novo governo. "Eu espero estar atendendo às expectativas. Eu sei que elas são grandes, mas quero dizer a toda a nossa gente que nós estamos trabalhando com muita determinação e obstinação. Trabalhando muito para fazer essa Bahia cada vez melhor, atraindo novos investimentos, buscando proporcionar igualdade para todos, cuidando, particularmente, da nossa juventude e com um jeito de governar totalmente diferente."

Wagner afirmou ainda que a Bahia vive um momento de grande revolução social, uma revolução também de hábitos políticos.

"Nunca é demais falar que a transparência, o combate à corrupção e ao crime organizado tiveram marcas muito fortes em 2007, que a Bahia não via há muito tempo", disse o governador, referindo-se às ações dos governos federal e estadual de combate à corrupção, à sonegação fiscal e ao desvio de recursos públicos.

 

"Os empresários sabem que não existe jogo de carta marcada para favorecer ninguém"

 

"Realizamos investigação nos restaurantes que sonegavam impostos. Depois, a Operação Jaleco Branco, que descobriu várias empresas usurpadoras do dinheiro público, por meio de contratos malfeitos. Fizemos novas licitações, reduzindo em até 70% o custo do serviço comprado pelo Estado. Eu considero que essa também é uma grande revolução dos hábitos políticos que existiam na Bahia", enfatizou Wagner.