Aposta no campo
O mercado agrícola deve continuar a liderar os negócios da Basf no Brasil. "Queremos crescer um pouco mais que a inflação", diz o presidente da companhia para a América do Sul, Rolf-Dieter Acker. No ano passado, o faturamento da Basf no país foi de 1,6 bilhão de euros, ou quase 60% de todo o faturamento da empresa na América do Sul, que atingiu 2,7 bilhões de euros. Em contraste com a divisão global dos negócios da companhia, a área agrícola responde por cerca de 30% da receita no Brasil e na América do Sul - no mundo todo, essa fatia é de 8%. "Acredito que teremos um bom ano pela frente. Não acho que a crise da economia americana vá afetar Brasil e América do Sul. Ao menos por enquanto", diz o executivo. Em um trabalho de aproximação com a clientela, a Basf trouxe para o Brasil a série itinerante de apresentações de alguns de seus produtos mais recentes que já passou por Cingapura, Hong Kong, Ludwigshafen (Alemanha), Nova York e Xangai. "Queremos essa aproximação. A indústria química é sempre muito distante das pessoas", afirma o executivo.